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Estratégia dos réus não impede condenação por morte de jornalista

Assassinos confessos, Jhonathan de Sousa Silva e Marcos Bruno Silva de Oliveira alegaram tortura policial na investigação

05 de fevereiro de 2014 | 10h 57
Ernesto Batista - O Estado de S. Paulo

São Luís - (atualizado às 22h50) A estratégia de acusar a polícia de tortura durante a investigação do assassinato do jornalista Décio Sá não salvou da condenação os dois acusados da execução do crime. No início da madrugada desta quarta-feira, os assassinos confessos Jhonathan de Sousa Silva, de 25 anos, e Marcos Bruno Silva de Oliveira, de 29 anos, foram condenados, mas tanto a defesa quanto o Ministério Público já disseram que irão recorrer das penas.

Jhonathan foi condenado a 25 anos e 3 meses de prisão e deverá cumprir pena em um presídio federal em Campo Grande (MT), onde já estava encarcerado. Já Marcos recebeu pena de 18 anos e 3 meses, que deverá ser cumprida no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

Segundo os autos do processo, Jhonathan disparou contra o jornalista, que foi morto em 23 de abril de 2012, cinco tiros de pistola .40 - arma de uso privativo da polícia. Na ocasião, Jhonathan atirou seis vezes, mas errou uma.

O assassino foi levado ao restaurante em que o jornalista foi morto por Marcos, que após Décio Sá ter sido executado, o teria retirado do local em uma moto. Por ter apenas transportado o matador, ele pegou uma pena menor.

Mandantes. Com a conclusão deste julgamento, que teve início na segunda-feira, ainda restam nove acusados de envolvimento no crime, entre eles Gláucio Alencar Pontes Carvalho e José Alencar Miranda, que são filho e pai e apontados como mandantes do crime. Todos já foram pronunciados no tribunal do júri e devem ser julgados ainda este ano.


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