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Governo quer distinguir 'ONGs sérias de fantasmas', afirma CGU

Para o ministro-chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, as normas estabelecidades pela presidente Dilma visam corrigir distorções decorrentes do crescimento rápido do setor

31 de outubro de 2011 | 16h 44
Eduardo Bresciani, do estadão.com.br

BRASÍLIA - O ministro-chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, disse nesta segunda-feira, 31, que a decisão do governo de suspender por 30 dias o repasse de dinheiro público a entidades privadas sem fins lucrativos tem o objetivo de distinguir "ONGs sérias e qualificadas" de entidades "fantasmas".

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Hage destacou que foram criadas muitas ONGs nos últimos anos em áreas novas, onde não havia muita participação do terceiro setor, como o turismo e esporte. "Tem uma infinidade de instituições em experiência e sem condições. É essa distinção entre ONGs sérias e qualificadas e essas até fantasmas que a presidente fez questão de estabelecer com essas normas", disse o ministro, que participou da posse do novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

Questionado se há pessoal suficiente para fiscalizar todos os convênios em 30 dias, Hage afirmou que haverá uma força-tarefa para dar conta do trabalho. "Vamos ver como será isso na prática. Vamos reunir pessoal de diferentes ministérios e fazer uma força tarefa".


Tópicos: ONGs, Convênios, Jorge Hage

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