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Governo trabalha para preservar Dilma após apagão

Reunião de dados e comparação com governo de FHC serve para rebater críticas da oposição

14 de novembro de 2009 | 9h 33
Agência Estado

O governo e o PT trabalham nos bastidores para impedir que o apagão da última terça-feira, 10, prejudique a imagem de "boa gestora" da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata do partido à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O esforço do Planalto é para virar rapidamente a página do blecaute e criar fatos positivos que mostrem Dilma como mulher que faz, substituindo a agenda negativa por compromissos ambientais.

Mesmo empenhados em não esticar a polêmica do apagão, petistas reforçaram a coleta de dados para comparar a gestão de Lula com a de Fernando Henrique no setor elétrico. Trata-se, na definição de coordenadores da campanha de Dilma, de trabalho "preventivo" para rebater a artilharia tucana.

"Damos de 400 a zero neles também no setor elétrico", disse Dilma. Na terça-feira, em visita ao Rio de Janeiro, a ex-titular de Minas e Energia disse que a oposição estava fazendo de tudo para evitar comparações entre os governos, porque o anterior perdia de Lula "por 400 a zero".

Na tentativa de afastar a imagem de antiambientalista e se contrapor, de uma só tacada, à senadora Marina Silva (PV-AC) e ao governador José Serra (PSDB) - ambos potenciais adversários do PT na disputa ao Planalto -, Dilma passou a vestir o figurino "verde".

"Eu sou responsável pela existência do biodiesel no Brasil, por determinação do presidente Lula, e por não deixar a bola cair, lutando o tempo inteiro por hidrelétricas", insistiu a chefe da Casa Civil, na quinta-feira, quando indagada se, ao empunhar a bandeira ambiental, procurava atenuar a pecha de "desenvolvimentista" e "destruidora" da Amazônia. Dilma sorriu. "Se tivéssemos desmatamento e matriz energética suja, aí, sim, estaríamos lascados." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




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