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Ministro entra com processo contra secretário de Alckmin

20 de dezembro de 2013 | 20h 49
VERA ROSA - Agência Estado

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, entrou nesta semana com processo por injúria contra o secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, que o chamou de "vigarista" após o vazamento da investigação da Polícia Federal sobre o cartel do Metrô em governos do PSDB. Cardozo entrou com ação penal contra Aníbal, alegando que ele cometeu crime contra a honra.

"Ele disse que eu era vigarista, acobertador de falsários, bandido e sonso. O ministro da Justiça não pode aceitar passivamente ser ofendido na sua honra, até em defesa do cargo que ocupa", afirmou Cardozo ao Estado.

Aníbal disse que parte do relatório com a denúncia do ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer foi "adulterado" e acusou o ministro de fazer "vazamento seletivo" de informações. No último dia 4, o secretário tirou licença do governo de Geraldo Alckmin e retomou sua cadeira de deputado por um dia só para participar da sabatina do ministro no Congresso.

Na ocasião, Aníbal desafiou Cardozo a processá-lo. "Eu disse o que achava sobre o vazamento e continuo a dizer", insistiu ele. Além do processo por injúria, o ministro disse que entrará com ação por danos morais contra o secretário.

O inquérito do caso Siemens está agora no Supremo Tribunal Federal. Em depoimento sigiloso prestado à Justiça de São Paulo, como revelou o Estado, o ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer citou Aníbal e outros secretários de Alckmin, como Edson Aparecido (PSDB), chefe da Casa Civil, Rodrigo Garcia (DEM), titular de Desenvolvimento Econômico, e os deputados Arnaldo Jardim (PPS-SP) e Campos Machado (PTB) como destinatários da propina do cartel. Todos negam as acusações.

De acordo com a denúncia, o desvio de recursos públicos nas obras do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) atingiu os governos tucanos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin. Para Aníbal, Cardozo age com o objetivo de tirar o escândalo do mensalão da pauta porque é filiado ao PT e quer tentar jogar a "lama" no colo do PSDB.





Tópicos: Cardozo, Processo

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