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'Não vou agir atrelado ao meu passado', afirma José Toffoli

Para advogado, \"defesa de causas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma fase encerrada da minha vida\"

30 de setembro de 2009 | 11h 29
Rodrigo Alvares, do estadao.com.br

Logo que o indicado pelo presidente Lula terminou as explicações, Álvaro Dias (PSDB-PR) iniciou seus questionamentos. "Se Vossa excelência se declarar impedido em todas as questões que teve a participação da AGU, estará de férias por um bom tempo", disse o senador. Indagado sobre como sua relação com o PT não influenciaria suas decisões, Toffoli ergueu a Constituição e disse que, caso aprovado, julgaria para a República Federativa do Brasil.

Sobre o fato de não ter passado em concursos ou escrito livros, o advogado afirmou que preferiu se dedicar à advocacia. Mais uma vez, ressaltou seu trabalho no Congresso durante a discussão da emenda que permitiu a reeleição de Fernando Henrique.

Toffoli voltou a repetir que se manifestará impedido ou sob suspeição quando o processo assim demandar. Em outros processos, porém, o advogado reafirmou que não vê dificuldade em julgar com isenção e imparcialidade.

"Não vou agir atrelado ao meu passado. É uma página nova que se abre e minha ligação com a defesa de causas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma fase encerrada da minha vida", afirmou.

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Tópicos: Sabatina, Toffoli, CCJ

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