ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

Você está em Notícias > Política

Partido tenta deixar mensalão fora da festa

20 de fevereiro de 2013 | 8h 24
TÂNIA MONTEIRO, VERA ROSA E FERNANDO GALLO - Agência Estado

O PT pretende não transformar o ato político desta quarta-feira, programado para comemorar os 10 anos do partido à frente do governo, num desagravo aos réus do mensalão. A polêmica sobre o assunto foi arquivada depois que os petistas resolveram "vender" as realizações dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, com o objetivo de se contrapor aos tucanos.

Mesmo sem citar o mensalão, o PT avalia que a estratégia servirá para a defesa de Lula, alvo de sucessivos ataques por parte do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.

O presidente do PT, Rui Falcão, disse na terça-feira (19) que petistas condenados pelo Supremo Tribunal Federal no processo do mensalão, como o ex-ministro José Dirceu, não vão estar no palco da comemoração dos 10 anos de governo petista, ao lado de Dilma e Lula. "O palco é pequeno", justificou Falcão, ao negar a intenção de evitar constrangimentos para o governo. "No palco só estarão os ministros, os representantes dos partidos aliados, Paulo Okamoto, que é presidente do Instituto Lula, Márcio Pochmann, da Fundação Perseu Abramo, eu, a presidenta e Lula", avisou. Ex-presidente do PT, condenado pelo STF a dez anos e dez meses de prisão, e apontado como chefe de quadrilha, Dirceu ficará entre os demais convidados.Além de Dirceu, foram condenados os deputados José Genoino (SP) e João Paulo Cunha (PT) e o ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares.

Falcão afirmou, ainda, que o PT não usará o ato político para lançar a candidatura de Dilma à reeleição, em 2014. "Ela é o nosso nome e será homologada no devido momento, no encontro do partido convocado para este fim", avisou o deputado. Sabe-se, porém, que militantes vão ovacionar Lula e puxar o coro do segundo mandato.

Ao ser indagado sobre por que o mensalão não foi incluído no balanço do PT, Falcão disse que ainda há recursos em andamento e atacou a oposição. "Nós também não fizemos menção à compra de votos no governo Fernando Henrique. Não falamos do mensalão do PSDB de Minas. No meu discurso, vou fazer um balanço político falando do ponto principal, que nos distingue dos antecessores, que é o fortalecimento da democracia e a colocação do povo como protagonista dessas mudanças", comentou. Ele disse esperar que, com os recursos impetrados, o STF possa fazer uma "reflexão mais ampla" sobre as penas dos petistas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Tópicos: PT, COMEMORAÇÃO, Mensalão

Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui

Siga o @EstadaoPolitica no Twitter

Presidente da Câmara encerra sessão da MP dos Portos

  • Presidente da Câmara encerra sessão da MP dos Portos
  • Dilma volta a pedir aprovação da MP dos Portos
  • "Crise só será superada com políticas de crescimento inclusivo e competitividade", diz Dilma

Fechar

Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.

Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.

Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastrado
SOU ASSINANTE - ACESSO
Esqueci minha senha
JÁ SOU CADASTRADO

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão.

Esqueci minha senha
QUERO CRIAR MEU LOGIN

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha.

ESQUECI MINHA SENHA

QUERO ME CADASTRAR

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo.

CADASTRO REALIZADO

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.


Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.

QUERO ME CADASTRAR

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo.