ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

Você está em Notícias > Política

Pernambuco reduz verba de Direitos Humanos e volta atrás

11 de fevereiro de 2014 | 18h 29
ANGELA LACERDA - Agência Estado

Uma redução da verba orçamentária de R$ 26 mil em 2013 para R$ 10 mil neste ano levou os representantes da sociedade civil no Conselho Estadual de Direitos Humanos de Pernambuco a deixar a representação na segunda-feira, 10. "Não queremos ficar em um conselho de faz de conta, um orçamento de R$ 10 mil é brincadeira", afirmou a sua coordenadora geral, Mãe Lúcia de Oyá, que disse estar cansada de não ter as solicitações do conselho atendidas pela Secretaria estadual de Direitos Humanos.

A atitude, oficializada através de nota, levou o governo de Pernambuco a voltar atrás e suspender a redução nesta terça-feira, 11. O orçamento voltou a R$ 26 mil. O documento foi assinado por representantes do Serviço Ecumênico de Militância nas Prisões (Sempri), Grupo Mulher Maravilha, Povos Tradicionais (ciganos e de matriz africana) e Organizações Não-Governamentais (ONGs).

O Conselho se queixa de descompromisso com uma política pública de direitos humanos, de não participar das deliberações em relação, por exemplo ao programa Pacto Pela Vida - que visa a redução da violência -, denuncia a falta de condições físicas e espaço para seu funcionamento e os entraves encontrados para a realização da Conferência Estadual de Direitos Humanos. De acordo com Lúcia de Oyá, as conferências deveriam se realizar a cada dois anos, como estabelece lei estadual de 2001, mas a última ocorreu em 2008.

O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Bernardo d''Almeida, que assumiu o cargo há um mês, assegurou não ter havido corte no orçamento. Ele disse ter "pinçado" um montante de R$ 16 mil de várias ações para uma campanha contra a homofobia e em favor de deficientes no sistema prisional e que o dinheiro estava sendo devolvido.

Ele solicitou uma reunião com os integrantes do Conselho, que deve ocorrer no dia 18, e confia poder atender às suas reivindicações. "É uma questão de diálogo", observou. Diálogo, que segundo Lucia de Oyá, vinha sendo negado. "Por mais que tentássemos trabalhar com este orçamento ínfimo e uma forte burocracia, não foi mais possível, não funciona."




Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui

Siga o Estadão

Deputado tem mandato suspenso

  • Deputado tem mandato suspenso
  • "Relatório foi omisso", admite Gabrielli
  • Pré-candidato do PV vai ao trabalho de bicicleta



Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo