ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

Você está em Notícias > Política

Petista é eleito presidente da Câmara paulistana

02 de janeiro de 2013 | 9h 53
DIEGO ZANCHETTA - Agência Estado

Com o apoio de 51 dos 55 vereadores paulistanos, o petista José Américo (PT) conquistou nesta terça-feira (1) o comando da Câmara Municipal. Como já se indicava, o prefeito Fernando Haddad começará seu governo com uma base governista recorde na Câmara, formada por 42 vereadores (76,3% do Legislativo) - em seu primeiro ano como prefeito, em 2006, Gilberto Kassab tinha base formada por 33 vereadores; Marta Suplicy (PT) contava, em média, com o apoio de 38 parlamentares em 2001, no início de sua gestão.

A ampla maioria foi garantida após Haddad ceder a vice-presidência do Legislativo ao PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD). A bancada kassabista, a terceira maior com oito vereadores, assinou de última hora apoio à candidatura de José Américo. Logo depois de ser eleito presidente, o petista viu Marco Aurélio Cunha (PSD) ganhar a primeira vice-presidência da Casa. Cunha enfrentou disputa interna com o bispo da Igreja Universal Souza Santos (PSD), que lançou candidatura avulsa, mas acabou derrotado por 45 votos a 6. A segunda secretaria ficou com Adilson Amadeu, do PTB, partido que também vai comandar a pasta de Esportes com Celso Jatene. A Corregedoria ficou com Rubens Calvo, do PMDB.

Com a nova composição da Mesa Diretora, o PT soma agora em seu governo e na sua base de sustentação da Câmara nove partidos que também dão apoio ao governador Geraldo Alckmin na Assembleia Legislativa. Isso porque o vereador Aurélio Miguel do PR, sigla que não havia sido contemplada com cargos no primeiro escalão, ganhou a segunda vice-presidência. "A composição da Mesa, com o apoio do PSD, nos dá estabilidade para fazer o primeiro debate da Casa em 2013, que será o da inspeção veicular. Em seguida podemos começar já as audiências públicas para a revisão do Plano Diretor", anunciou Américo, após ser eleito.

A estratégia de alianças petista, orientada e costurada nos bastidores pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é tentar atrair ao máximo os partidos de sustentação ao governo Alckmin - PRB, PTB, PSB, PSD, PMDB, PP, PR, DEM e PV. O objetivo é fragmentar o apoio ao tucano e fortalecer a candidatura do partido ao governo do Estado em 2014 - o mais cotado para disputar as eleições estaduais é o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.




Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui

Siga o @EstadaoPolitica no Twitter

Os temas que esquentaram a política nesta semana

  • Os temas que esquentaram a política nesta semana
  • Relembre os fatos mais importantes da semana
  • Para delegado, Ministério Público joga com "desinformação" ao usar mensalão para criticar PEC 37

Fechar

Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.

Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.

Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastrado
SOU ASSINANTE - ACESSO
Esqueci minha senha
JÁ SOU CADASTRADO

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão.

Esqueci minha senha
QUERO CRIAR MEU LOGIN

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha.

ESQUECI MINHA SENHA

QUERO ME CADASTRAR

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo.

CADASTRO REALIZADO

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.


Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.

QUERO ME CADASTRAR

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo.