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Pezão ignora atrito com PT-RJ e promete apoio a Dilma

Pré-candidato ao governo do Rio afirmou que partido quer manter aliança; posição difere da defendida pelo líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ)

10 de janeiro de 2014 | 19h 12
LUCIANA NUNES LEAL - Agência Estado

Rio - Apesar dos atritos do PMDB do Rio com o PT, o pré-candidato peemedebista ao governo do Estado, vice-governador Luiz Fernando Pezão, prometeu nesta sexta-feira, 10, apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Questionado se fará campanha para Dilma, respondeu: "Claro, é minha amiga, pô". "Queremos manter a aliança, a presidenta já falou que essa aliança é exemplo para o Brasil", afirmou o vice.

Vice-governador saiu em defesa da aliança com petistas durante entrega de trem no Rio - Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão
Vice-governador saiu em defesa da aliança com petistas durante entrega de trem no Rio

Pezão evitou se indispor com o PT, que ofereceu apoio à candidatura do governador Sérgio Cabral ao Senado. Em troca, o PMDB teria que apoiar o petista Lindbergh Farias na disputa pelo Palácio Guanabara. "O PT reivindica seu espaço, mas o PMDB tem grande importância na política do Estado. Temos muito avanço para mostrar, são sete anos de governo. Vamos mostrar o que fizemos e comparar", afirmou.

Como informou o Estado na quarta-feira, 8, o presidente do PT no Rio, Washington Quaquá, disse que a "chapa dos sonhos" na sucessão estadual teria o ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB), como vice de Lindbergh e Cabral como candidato a senador. A declaração foi dada após reunião do petista com Cabral no Palácio Guanabara.

A promessa de Pezão de pedir votos para Dilma difere da disposição do líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), de o partido só formalizar apoio à reeleição da presidente se Lindbergh desistir da disputa pelo governo. "A ideia é apoiar a presidente Dilma, mas sem palanque dividido no Rio. Se ela tiver mais de um palanque, o PMDB do Rio ficará livre, sem compromisso com a reeleição", afirmou.

Cunha disse que, embora os peemedebistas fluminenses não admitam em público, está firmado o compromisso de que o PMDB-RJ não apoiará Dilma se o PT mantiver a candidatura de Lindbergh. O líder lembra que o PMDB fluminense tem o maior peso na convenção nacional, com 15% dos votos, e votará contra a reeleição de Dilma.

Na próxima segunda-feira, 13, Cabral, Pezão e o prefeito Eduardo Paes participarão de um almoço com o vice-presidente Michel Temer, que reforçará a candidatura do vice-governador. "O maior PMDB do Brasil é do Rio de Janeiro. Temos a maior bancada federal, o governador, o prefeito da capital. Michel vem reiterar o compromisso de estarmos unidos aqui, fazermos uma grande aliança e continuarmos a crescer até 2020", disse Pezão.

O vice-governador, que assumirá o lugar de Cabral no dia 31 de março, teve no início da tarde de sexta uma programação com cara de campanha, mas que fazia parte da agenda oficial: participou da entrega do primeiro trem fabricado no Brasil comprado pela Supervia, a concessionária que administra os trens urbanos. Passeou pelos vagões, brincou com algumas crianças e "pilotou" o trem, que ainda passará por dois meses de testes antes de ficar disponível para a população.

Pezão disse, ao lado de Cabral, tem participado de todas as entregas de trens e metrôs e lembrou os investimentos em mobilidade urbana, um dos temas mais sensíveis no Estado e que motivou as primeiras manifestações de junho do ano passado. O vice, conhecido por apenas 40% da população, segundo pesquisas recentes, disse não ter pressa. "A eleição agora só interessa a quem está fora do poder", declarou.






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