ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

Você está em Notícias > Política

'PT é useiro e vezeiro de documentos para acusar adversários', diz Aécio

Em evento na capital paulista, presidente do PSDB voltou a atacar o ministro da Justiça no episódio da investigação sobre o cartel de metrô em São Paulo

29 de novembro de 2013 | 14h 51
Gustavo Porto - Agência Estado

São Paulo - O presidente do PSDB e provável candidato à Presidência em 2014, Aécio Neves, afirmou nesta sexta, 29, que o PT "é useiro e vezeiro de documentos para acusar adversários quando chega campanha". O tucano fez referência às suspeitas de falsificação em documentos enviados pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, à Polícia Federal (PF) nas investigações do cartel no Metrô e na CPTM em São Paulo.

Aécio lembrou os casos dos "aloprados", referência ao escândalo de uso de dossiês por petistas na campanha de 2006 para atingir a candidatura de José Serra (PSDB) ao governo paulista e da quebra de sigilo de Serra durante a campanha eleitoral de 2010. "Lamento a posição do ministro. Não pode permitir que as instituições do Estado estejam a serviço de projeto político. É preocupante a falsificação e vazamento seletivo que colocam nomes de pessoas que tem trajetória política no PSDB", afirmou Aécio ao chegar para uma palestra no Sindicato da Construção Civil, em São Paulo.

"O ministro (Cardozo) está um pouco nervoso com essa questão. Ele não precisa esperar convite para ir ao Congresso se explicar e seria muito mais fácil porque um documento que diz que entregou à PF, dois delegados disseram que eram essa falsificação".

Na quinta, o senador Álvaro Dias já havia dito que houve uma "fraude e uma falsificação visíveis" nos documentos que fazem parte da investigação da Polícia Federal sobre o metrô paulista. Segundo Dias, a missão do ministro deveria ser tentar desmontar a fábrica de dossiês e permitir que a PF faça as apurações não apenas do metrô em São Paulo, mas em Salvador e Porto Alegre.

Cade. Aécio afirmou ainda que o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Vinícius Carvalho, que também investiga as suspeitas de cartel em São Paulo, "descumpriu preceitos republicanos ao omitir relação com PT", numa referência ao fato de Carvalho ter sido chefe de gabinete do deputado estadual petista Simão Pedro, atualmente secretário de Serviços na cidade de São Paulo. "O presidente do Cade é um presidente sob suspensão por omissão do currículo", disse. "Temos de estar absolutamente atentos com qualquer manipulação".






Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui

Siga o Estadão

Cerveró discorda que Pasadena era mau negócio

  • Cerveró discorda que Pasadena era mau negócio
  • Pasadena não foi um bom negócio, diz Graça Foster
  • Candidatos de oposição escolhem São Paulo para sediar campanha



Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo