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Reforma representa ‘governismo de cooptação’, diz Aécio

Para o senador, Dilma apenas tem focado suas ações na agenda da sucessão presidencial e 'a lógica que rege as ações do governo não é do interesse nacional, é do interesse eleitoral'

03 de fevereiro de 2014 | 22h 04
Erich Decat - O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - O presidente do PSDB e provável presidenciável tucano, senador Aécio Neves (MG), classificou nesta segunda-feira, 3, a reforma ministerial iniciada pela presidente Dilma Rousseff como um retrocesso e um modelo de "governismo de cooptação".

"É uma reforma que anda para trás, uma reforma que atende ao interesse do partido e, provavelmente, nos próximos dias, dos aliados", disse Aécio durante visita a Cascavel, no Paraná. "Não temos um governismo de coalizão, como se estabeleceu chamar essa ampla e heterogênea aliança que conduz o Brasil. Nós temos, na verdade, um governismo de cooptação."

Para o senador, Dilma apenas tem focado suas ações na agenda da sucessão presidencial e "a lógica que rege as ações do governo não é do interesse nacional, é do interesse eleitoral".

"Já dizia isso há algum tempo e reitero hoje: há mais de ano não temos uma presidente da República full time. Temos uma candidata à presidente da República full time."

O tucano mineiro afirmou ainda que a mudança no primeiro escalão do governo federal é uma "reforma onde os feudos do PT são garantidos".

Marketing’. Aécio reiterou críticas à gestão da petista e chamou o programa Mais Médicos - uma das vitrines do governo que a presidente Dilma deve utilizar durante a campanha eleitoral - de "uma peça de marketing".

"Porque o mesmo governo que traz médicos para atuarem no Brasil - e sempre defendi que eles pudessem vir, mas passando pelo Revalida (Exame Nacional de Revalidação de Diplomas) - é o que fechou, nos últimos dois anos, 13 mil leitos hospitalares", disse o senador.

Ele também repetiu críticas à gestão econômica e cobrou investimentos em infraestrutura. Para Aécio, após "demonizar" as privatizações, o governo faz agora concessões de forma "atabalhoada".

Na capital do Paraná, o tucano também afirmou que a gestão Dilma "descrimina" o Estado comandado pelo correligionário Beto Richa na aplicação de recursos. "É inexplicável, injustificável que haja perseguição a qualquer Estado da Federação", disse.






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