Resultado surpreende gaúcha com tataravô escravo
Resultados indicam origens na Inglaterra e no Leste Europeu.

Pelo cabelo ruivo e a pele branca, a gaúcha Luciana Lopes dos Santos, de 25 anos, sempre soube que tinha pelo menos um pé na Europa, mas não sabia exatamente onde.
Historiadora, ela já previa que, pelo sobrenome e por um estudo genealógico que apontara que a família do pai tinha uma origem nos Açores, tinha ancestrais em Portugal. Faltava saber, no entanto, de onde tinha saído o cabelo ruivo e onde tinha ido parar a herança genética do avô negro, por parte de mãe.
Exames de DNA, feitos com base em uma amostra de saliva de Luciana, revelaram um ancestral paterno com o haplogrupo (conjunto de seqüências genéticas) R1B, tipicamente europeu e encontrado com freqüência na Pensínsula Ibérica e na Grã-Bretanha.
Do lado materno, foi identificado o haplogrupo T1, também de origem européia e freqüente no Leste Europeu e em regiões próximas ao Oriente Médio.
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