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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009, 19:28 | Online
Temer quer atrair PDT para integrar bloco na Câmara
CIDA FONTES - Agencia Estado
BRASÍLIA - Na tentativa de atrair os votos do PDT, o candidato do PMDB à presidência da Câmara, deputado Michel Temer (SP) convidou hoje o partido a entrar no "blocão" que a bancada peemedebista pretende formalizar até fevereiro para negociar a distribuição dos cargos na Mesa-diretora e nas comissões permanentes. Pelas contas de Temer, esse eventual bloco, que poderá ser dissolvido após a eleição, teria 417 parlamentares caso receba a adesão do PDT. A proposta do presidente do PMDB ao PDT foi apresentada pessoalmente pelo candidato peemedebista ao deputado Mário Heringer (PDT-MG) que, até 31 de dezembro, liderou o "bloquinho" - pequenos partidos que sustentam a candidatura do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) ao comando da Câmara.
Apesar do otimismo do líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), que acredita no apoio do próprio Heringer a Temer, o pedetista preferiu não assumir nenhum compromisso público antes de encerrar as consultas internas. Depois de receber, em seu gabinete, o candidato do PMDB - que tem o apoio formal de 12 partidos - Heringer se reuniu com Aldo Rebelo para fazer um relato da conversa. "Vou seguir a posição da maioria do PDT", disse o deputado, que ainda teria um encontro com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT.
Com 25 deputados, o PDT integra o "bloquinho" formado também pelo PSB, PC do B, PMN e PRB. Para funcionar, o "blocão" que inclui partidos opostos como PT, PSDB e DEM, precisa ser formalizado até às 16 horas do dia 1º de fevereiro. A eleição dos novos integrantes da Mesa está marcada para às 10 horas do dia seguinte. Até por conta do recesso parlamentar que esvaziou o Congresso, há dúvidas sobre a chance de o PMDB conseguir em tempo hábil as assinaturas da maioria dos parlamentares dos 12 partidos para oficializar esse bloco.
Apesar do otimismo do líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), que acredita no apoio do próprio Heringer a Temer, o pedetista preferiu não assumir nenhum compromisso público antes de encerrar as consultas internas. Depois de receber, em seu gabinete, o candidato do PMDB - que tem o apoio formal de 12 partidos - Heringer se reuniu com Aldo Rebelo para fazer um relato da conversa. "Vou seguir a posição da maioria do PDT", disse o deputado, que ainda teria um encontro com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT.
Com 25 deputados, o PDT integra o "bloquinho" formado também pelo PSB, PC do B, PMN e PRB. Para funcionar, o "blocão" que inclui partidos opostos como PT, PSDB e DEM, precisa ser formalizado até às 16 horas do dia 1º de fevereiro. A eleição dos novos integrantes da Mesa está marcada para às 10 horas do dia seguinte. Até por conta do recesso parlamentar que esvaziou o Congresso, há dúvidas sobre a chance de o PMDB conseguir em tempo hábil as assinaturas da maioria dos parlamentares dos 12 partidos para oficializar esse bloco.
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