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Veja a cronologia do caso Battisti

Decisão deve repercutir na relação entre Brasil e Itália

09 de setembro de 2009 | 7h 16

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o futuro do refugiado político italiano Cesare Battisti deve repercutir na relação entre Brasil e Itália. Pelo menos tem sido assim desde revelada a presença do ex-ativista no País, após a prisão em 2007.

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Se de um lado o governo brasileiro defende a permanência de Battisti no Brasil - o Ministério da Justi?a concedeu status de refugiado político ao italiano em janeiro -, do outro, a It?lia pede que ele seja extraditado, para que cumpra pena pelo assassinato de quatro pessoas durante os anos 1970. Ele foi condenado a prisão perpétua.

Confira a cronologia com os principais pontos caso:

1976: Surgia o grupo guerrilheiro radical de esquerda Proletários Armados Pelo Comunismo (PAC). Fundado em oposição às Brigadas Vermelhas, conta com inúmeros dissidentes das brigadas. Seus principais líderes e idealizadores são Sebastiano Masala e Arrigo Cavallina.

1978: Sequestro e assassinato do líder democrata-cristão Aldo Moro pelo grupo guerrilheiro Brigadas Vermelhas. Nesta época, Cesare Battisti integra o Proletários Armados Pelo Comunismo (PAC). Após o assassinato de Aldo Moro a opinião pública italiana volta-se em peso contra os grupos armados.

1979: Cesare Battisti é preso em Milão pela morte de um joalheiro

1981: Condenado na Itália a 12 anos e 10 meses de prisão por "participação em bando armado" e "ocultação de armas". No mesmo ano, ele foge para França.




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