sexta-feira, 9 de janeiro de 2009, 15:04 | Online
A velha senhora moderninha
Andamos na Kombi do Salão
Ana Morano

O modelo ficou pronto às vésperas da abertura do Salão e Schmall só o conheceu já exposto no estande. Ele foi batizado de Kombi Tecnologia por causa dos inúmeros recursos de entretenimento de que dispõe. Os aparatos dão modernidade a um carro projetado há mais de 50 anos. Mesmo assim, ao volante, o motorista não se esquece do quanto a perua é defasada.
O que mais entrega a idade do projeto da Kombi é a direção sem assistência elétrica, que dificulta manobras. A ausência de ar-condicionado incomoda bastante. Em contrapartida, os bancos inteiriços foram substituídos por modelos individuais, feitos de fibras de sisal. Isso melhora o conforto para os ocupantes.
O espelho retrovisor central com exterior cromado, apesar de estar alinhado com o conceito estético do modelo transformado, é pequeno e limita a visão traseira do motorista. Seu motor original, o 1.4 flexível de até 80 cv (com álcool), foi mantido.
Muitos aparatos
Como o projeto original não justifica o nome desta Kombi, os acessórios cumprem a função. Há computador portátil com acesso à internet, tela sensível ao toque que pode ser visualizada pelos ocupantes do veículo ou por quem está do lado de fora (o vidro da tampa do bagageiro pode exibir as imagens do projetor), DVD, TV digital, videogame e sistema de navegação.
O recurso mais inusitado é uma mangueira de água. O acessório fica guardado na lanterna traseira e é o detalhe que mais agradou Schmall. O executivo costuma surfar e queria uma solução para limpar a areia dos pés antes de entrar no carro.
Tags:
kombi
O que são TAGS?