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Entre icebergs e pinguins

16 de junho de 2009 | 2h 36
Zelfa Silva, em depoimento a Adriana Moreira - O Estado de S.Paulo

A experiência. A primeira vez que fui à Antártida foi em janeiro de 1997 - desde então, voltei outras dez vezes. Não tinha ideia do frio, muito menos do que iria encontrar lá. O primeiro iceberg que avistei foi uma grande emoção. Neste momento, você percebe que realmente chegou à Antártida. É o continente branco, com uma paisagem branca, mas cheio de vida e cores. Quando o sol brilha, o gelo ganha diferentes tons de azul, cinza e verde. A gente se sente muito pequenininho nesse mundo.

CHEIO DE VIDA - Navios exploram a Antártida - Flávio Machado/Divulgação
Flávio Machado/Divulgação
CHEIO DE VIDA - Navios exploram a Antártida

As atrações. No Mar de Weddell, mais próximo à América do Sul, visitei uma colônia de pinguins imperadores. Desembarquei em glaciares e ouvi o barulho do gelo se quebrando e caindo no mar. É outro mundo. Transmite uma paz única. Vi baleias. Nos roteiros em navios quebra-gelo, o barulho do barco quando rompe o mar é inesquecível.

Melhor época. Em outubro há roteiros em navios quebra-gelo. A temporada de cruzeiros vai até março.

  

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Quanto custa. 12 dias com saída de Ushuaia, na Argentina, desde US$ 5.290. Site: www.antartida.com.br.



Tópicos: Viagem, Antártida