Estudantes fazem barricada no prédio da História
Policiais continuam jogando bombas de gás lacrimogêneo
Estudantes da USP montaram uma barricada em frente do prédio da História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas depois do confronto com policiais militares. Eles ergueram barreiras com pedaços de concreto e bancos, fechando a pista da Avenida Pofessor Luciano Gualberto, conhecida como "Rua dos Bancos". Os PMs, reunidos perto do prédio, continuam jogando bombas de gás lacrimogêneo na direção dos estudantes, que pararam de revidar com pedras. O confronto começou durante um protesto diante da Faculdade de Educação. O clima já era tenso desde as 16 horas, quando cerca de mil funcionários e estudantes da USP fecharam a entrada principal da universidade. Um grupo de cinco professores tentava negociar com o tenente-coronel que se identificou apenas como Lombo quando um grupo de estudantes se aproximou. Os policiais, então, atiraram bombas para dispersar os manifestantes. Os estudantes reivindicam a saída da PM da universidade e a reabertura de negociação salarial com funcionários em greve por parte da reitora Suely Vilela, interrompida no último dia 25. A expectativa é a de que as manifestações obriguem a reitora a ceder.
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