Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias >
Etienne Jacintho
Início do conteúdo

Não basta ser Audrey Hepburn

Em algumas séries, encontrar o príncipe encantado é um pouco mais difícil do que se perder em Paris

19 de julho de 2009 | 0h 43
Etienne Jacintho - O Estado de S.Paulo

Sempre gostei dos filmes com Audrey Hepburn, as verdadeiras comédias românticas. Nas histórias, ela vive situações propícias para encontrar o príncipe encantado nos cenários mais românticos existentes na face da Terra, como Paris. Assim, qualquer desencontro fica muito fácil de ser resolvido no final! Agora, nas séries policiais, tudo é diferente. Pobres mulheres que precisam brigar, atirar, localizar provas, invadir computadores e quase morrer para chamar a atenção de seus alvos amorosos. Nos cenários inóspitos das séries policiais, não basta ter a meiguice e os olhos de Audrey Hepburn para conquistar os machões armados.

Assistindo a Criminal Minds e a NCIS, a batalha das mulheres é evidente. Quem mais tem minha torcida é Penelope Garcia (Kirsten Vangsness), claro! Tá, ela não tem a elegância de Audrey e tampouco a beleza, mas precisou tomar um tiro na temporada passada para chamar a atenção do bonitão Derek Morgan (Shemar Moore). Já no primeiro episódio deste ano, é ela quem salva o macho-alfa da morte. Quem não suspirou quando Penelope percebe que Derek não morreu? Ela está quase lá!

Já em NCIS, a nerd Abby (Paulette Perrette) fica só analisando provas para sua quase alma gêmea, o também nerd McGee (Sean Murray). Pena que o lesado nem percebe... Já Ziva (Pablo de Côte) dá várias indiretas - bem diretas - para DiNozzo (Michael Weatherly) que, por sua vez, também ataca a diva israelense. O problema aqui é teimosia. Ninguém dá o braço a torcer, mas quando a coisa aperta, com perseguições, tiros e riscos, os dois ficam numa tensão... sexual! O melhor disso tudo é que elas não desistem nunca!