Intel simplifica nome e acelera velocidade de novo chip
Chip foi lançado mundialmente na segunda-feira e já foi adquirido por cinco fabricantes brasileiras
A Intel, maior fabricante mundial de chips de computador, apresentou nesta terça-feira à imprensa brasileira o chip Core i7, com o qual inicia uma estratégia de simplificação dos nomes dos processadores depois que a empresa percebeu que os consumidores ficaram confusos com os últimos lançamentos da companhia . Veja também: Em ambiente de crise, Intel lança chip revolucionário Além disso, a companhia chama o chip de "o mais rápido do planeta", ao afirmar que ele acelera a edição de vídeos e a execução de jogos em cerca de 40 por cento quando comparado às últimas versões, com o mesmo gasto de energia. Lançado mundialmente na segunda-feira, o processador já foi adquirido por cinco fabricantes brasileiros e por quatro redes de varejo. As fabricantes Accept, CCE, Megaware, Nova e Positivo esperam ter microcomputadores com o novo chip até o final deste ano, enquanto redes varejistas como Carrefour, Extra, Fnac, Ponto Frio e Submarino deverão ter produtos com o Core i7 na primeira semana de dezembro, de acordo com Elber Mazaro, diretor de marketing da Intel Brasil. De acordo com a Intel, o processador mais que dobra a largura de banda da memória em relação às últimas plataformas da Intel. No caso de jogos avançados, diz a companhia, o processador é até 40 por cento mais rápido que a geração anterior de processadores de alto desempenho da Intel. O foco do novo chip é o mercado doméstico, mas não o popular. Mazaro acredita que as máquinas equipadas com o novo processador cheguem ao consumidor final com preços entre 4 mil e 8 mil reais. "O mercado de PCs ainda tem um potencial gigantesco no Brasil", citou Mazaro nesta terça-feira. Para ele, o Brasil poderá alcançar a terceira posição mundial em microcomputadores em 2009, já que mantém a demanda aquecida, enquanto o atual terceiro colocado, o Japão, enfrenta uma recessão. Hoje, os três maiores mercados de PCs do mundo são Estados Unidos, China e Japão, seguido pelo Brasil.
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