Na esteira do caos aéreo, cresce uso da videoconferência
Como alternativa 'segura' a uma viagem incerta, empresas de videoconferência registram maior procura
A crise aérea que abateu o País teve um reflexo no mercado de serviços de videoconferências. Com a incerteza nos horários de partida e chegada, executivos optaram por usar salas de vídeo para realizar encontros e reuniões. Segundo a Infinity Officing Network empresa que oferece infra estrutura para videoconferências em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba e Campinas, a procura por salas de videoconferência cresceu 38,5% na segunda quinzena de julho, em meio ao pico da crise aérea nos aeroportos em julho.
De acordo com informações divulgadas pela empresa, a crise atingiu até mesmo o setor de turismo, com agências apelando para o expediente das salas de conferência para contatar pessoas em diferentes regiões do País.
Além das salas, cresceu também a procura por soluções próprias, como a aquisição de equipamentos de teleconferência. Segundo a ENG, fornecedora de aplicações para e-learning e conferências online, houve um aumento de 150% em licenças de soluções de videoconferência e um aumento de 50% em treinamentos destas ferramentas na companhia.
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