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Após problemas com piolhos e água imprópria, USP Leste suspende aulas

Diretoria da unidade antecipou em uma semana o recesso de fim de ano; limpeza de reservatórios do câmpus continuará até terça

16 de dezembro de 2013 | 11h 50
O Estado de S. Paulo

Os problemas com piolhos de pombos e água imprópria para consumo humano obrigaram a diretoria do câmpus Leste da Universidade de São Paulo (USP) a suspender as aulas a partir desta segunda-feira, 16, até 6 de janeiro. A limpeza dos reservatórios de água da unidade, inciada no último fim de semana, se estenderá até esta terça-feira, 17. A escola tem oferecido garrafões de água mineral para abastecimento de alunos, professores e funcionários.

A diretoria também informou que uma empresa especializada fará nesta segunda-feira, 16, inspeção detalhada no câmpus para planejar ações de remoção dos ácaros e pombos durante o recesso de fim de ano, que foi antecipado em uma semana. A Assistência Técnica de Infraestrutura, de acordo com nota enviada à comunidade acadêmica, repassará informações diárias sobre as medidas para os docentes, estudantes e servidores.

Apesar do término das aulas da graduação e da pós, ficaram prejudicados grupos de pesquisa com reuniões e experimentos programados no câmpus para os próximos dias. Parte dos professores agendou para janeiro as aulas de reposição por causa das classes perdidas durante a greve na unidade, entre setembro e outubro.

Transtornos. Na quarta-feira, 11, a USP Leste interditou temporariamente os bebedouros da unidade. O bloqueio foi determinado depois que análises feitas pela Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) apontaram turbidez da água e presença indevida de bactérias.

A causa do problema foi a falta de limpeza dos reservatórios de água. A higienização periódica é recomendada a cada seis meses ou, no máximo, anualmente. A última lavagem foi em setembro de 2012.

Além dos bebedouros, três salas de aula do prédio principal ficaram interditadas até terça-feira, 10, por causa de infestação de piolhos de pombos. A desinfestação foi feita no dia 3, segundo as normas de vigilância sanitária, e também já foram pedidas dedetizações periódicas para evitar novos problemas.

Em novembro, a Justiça de São Paulo determinou a suspensão das aulas e das obras de ampliação na USP Leste por causa da contaminação de metano no terreno do câmpus, em ação movida pelo Ministério Público Estadual. As reformas já foram interrompidas e o prazo para parar as atividades acadêmicas é de 30 dias, contados a partir de 9 de dezembro, data em que a USP foi notificada.






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