Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias >
Início do conteúdo

''Dilúvio'' de emails estressa funcionários, diz pesquisa

Segundo estudo britânico, mais de um terço dos trabalhadores se sentem pressionados.

14 de agosto de 2007 | 8h 01

Mais de um terço dos trabalhadores afirmam que se sentem "estressados" pelo número de emails que recebem durante o trabalho e pela pressão para respondê-los, segundo uma pesquisa britânica.

Pesquisadores escoceses descobriram que alguns funcionários chegam a checar suas caixas de email até 40 vezes a cada hora, o que os deixa frustrados e cansados, além de prejudicar sua produção.

Segundo a pesquisa, mulheres são as mais atingidas pelo excesso de emails.

Psicólogos especializados em internet afirmam que as pessoas deveriam relaxar e não levar o trabalho tão a sério.

"Se você pensar sobre os emails que recebe, quantos deles precisam de respostas instantâneas? Quantos destes emails que você envia precisam ser enviados exatamente agora? Provavelmente poucos", disse o especialista Graham Jones.

Apenas 38% dos trabalhadores pesquisados se sentiam à vontade para esperar um dia ou mais antes de responder a um email, segundo o estudo feito com 200 pessoas, realizado pelas Universidades de Glasgow e Paisley.

"Email é algo que agora causa a maior parte dos problemas em nossas vidas profissionais", afirmou Karen Renaud, cientista que liderou a pesquisa.

"É uma ferramenta incrível, mas que pode ser abusiva", acrescentou.

Especialistas sugerem uma estratégia simples para combater o estresse: cheque seus emails com menos freqüência.

O conselho é separar dois ou três momentos durante o turno do trabalho dedicados exclusivamente para a leitura de emails.

BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.




Siga o @estadao no Twitter

"Juntos num só ritmo" é slogan da Copa do Mundo de 2014

  • "Juntos num só ritmo" é slogan da Copa do Mundo de 2014
  • Romney confirma sua indicação à Casa Branca
  • Assange pode ser extraditado