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Falta de metas para Copenhague é 'absurdo', afirma Dilma

O Brasil já assumiu publicamente o compromisso de reduzir de 36,1% a 38,9% as emissões de CO2

22 de novembro de 2009 | 14h 23
Equipe AE

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, qualificou de "absurda" a possibilidade de os países desenvolvidos deixarem de apresentar metas concretas de redução de gases causadores do efeito estufa, em dezembro, na conferência das Nações Unidas sobre o clima em Copenhague. O Brasil já assumiu publicamente o compromisso de reduzir de 36,1% a 38,9% as emissões de gás carbônico até 2020.

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"É impossível que os maiores poluidores do planeta não sejam instados a colocar os números na mesa, concretos", completou a ministra em entrevista hoje (22), em Brasília. Ela cobrou, ainda, a apresentação de metas pelos países desenvolvidos para disponibilizar aos países em desenvolvimento os recursos necessários que as medidas de combate ao aquecimento global sejam adotadas.

Dilma Rousseff lembrou que foi obtido um consenso nas reuniões preparatórias para o encontro de Copenhague de que, sem a apresentação de metas efetivas, seria impossível dar andamento a qualquer tentativa de acordo a fim de reduzir os gases causadores do aquecimento global.

A postura do Brasil na reunião de Copenhague será justamente neste sentido, afirmou a ministra. Dilma ressaltou que a adoção de compromissos obrigatórios pelos países desenvolvidos e voluntariamente pelos países em desenvolvimento será a postura brasileira no encontro. As informações são da Agência Brasil.


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