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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008, 09:34 | Online
Sem esperar Microsoft, Yahoo volta a demitir funcionários
Empresa prevê redução de 7% da folha de pagamento; Gates ainda não ofereceu nova oferta de compra
Reuters
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Um gerente de engenharia do Yahoo que terá de demitir parte de sua equipe afirmou que o mesmo ocorrerá em todas as divisões da empresa. Os funcionários serão cortados mais por critérios de lucro/despesas do que com a intenção de encerrar as operações da companhia, disse a fonte, que preferiu não se identificar.
O certo é que a empresa pretendida pela gigante de Bill Gates enfrenta um ano difícil, assim como afirmou o presidente, Jerry Yang, em janeiro. A queda sistemática dos lucros do portal colocou o conselho de diretores do Yahoo na mira de acionistas, a quem devem convencer da necessidade de recusar a oferta da Microsoft porque subvalorizaria a empresa.
Com o objetivo de reduzir custos e melhorar o balanço, Yang anunciou em janeiro que o Yahoo reduzirá o número de empregados em cerca de 7%. A empresa tinha 14,3 mil funcionários no final de 2007.
Contrário a uma eventual compra, o primeiro a rechaçar oficialmente a proposta da Microsoft foi o conselho de administração do Yahoo, que afirmou na última segunda-feira, 11, que a oferta de US$ 31 por ação (US$ 44,6 bilhões "subvaloriza substancialmente" a empresa pioneira da internet.
Mesmo assim, o Yahoo anunciou nesta semana que ampliará o capital, para descontento dos atuais acionistas, com o objetivo de forçar a Microsoft a elevar a oferta.
Neste sentido, muitos analistas de Wall Street acham que a fusão poderia realmente ocorrer, desde que a Microsoft chegue ao índice de US$ 40 por ação.
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