sexta-feira, 20 de junho de 2008, 18:15 | Online
Petros critica Anatel, mas não vê impedimento na fusão da BrT
Reformulação do plano de outorgas permitirá a aquisição da Brasil Telecom pela Oi; fundo tem participação
DENISE LUNA - REUTERS
COSTA DO SAUÍPE, BAHIA - O presidente da Petros,
Wagner Pinheiro, criticou a decisão da Anatel de separar os
serviços de telefonia fixa da banda larga na proposta de
reformulação do Plano Geral de Outorgas (PGO), mas considerou
que, se isso for aprovado, não será motivo suficiente para
cancelar a operação de compra da Brasil Telecom pela Oi.
"Não tem racionalidade econômica nem concorrencial, nem facilita a vida do consumidor, mas respeito e acredito que as empresas vão fazer propostas divergentes a isso (na consulta pública em que o documento foi colocado)", disse Pinheiro à Reuters.
"Não vejo como algo radical, se não der (para manter os serviços juntos) não é impeditivo do negócio", complementou o executivo.
A Petros atualmente tem um percentual maior na Brasil Telecom que na Oi e vai utilizar os recursos obtidos com a venda das ações da Brasil Telecom (algo como 220 milhões de reais) para aumentar sua participação no que Pinheiro chama de "a nova Oi".
Com o aporte, e mais os 200 milhões de reais que a Petros já detém na Oi, o fundo passará a ter 10 por cento da Telemar Participações, controladora da Oi.
Ele informou ainda que, depois da operação, a Previ, que não aportará recursos na nova empresa, ficará com participação de 12,9 por cento e a Funcef, fundo de pensão da Caixa Econômica Federal, com 10 por cento.
"O importante disso é que a Petros passa a ter agora um percentual importante investido em telecomunicações", afirmou o executivo.
(Edição Taís Fuoco)
"Não tem racionalidade econômica nem concorrencial, nem facilita a vida do consumidor, mas respeito e acredito que as empresas vão fazer propostas divergentes a isso (na consulta pública em que o documento foi colocado)", disse Pinheiro à Reuters.
"Não vejo como algo radical, se não der (para manter os serviços juntos) não é impeditivo do negócio", complementou o executivo.
A Petros atualmente tem um percentual maior na Brasil Telecom que na Oi e vai utilizar os recursos obtidos com a venda das ações da Brasil Telecom (algo como 220 milhões de reais) para aumentar sua participação no que Pinheiro chama de "a nova Oi".
Com o aporte, e mais os 200 milhões de reais que a Petros já detém na Oi, o fundo passará a ter 10 por cento da Telemar Participações, controladora da Oi.
Ele informou ainda que, depois da operação, a Previ, que não aportará recursos na nova empresa, ficará com participação de 12,9 por cento e a Funcef, fundo de pensão da Caixa Econômica Federal, com 10 por cento.
"O importante disso é que a Petros passa a ter agora um percentual importante investido em telecomunicações", afirmou o executivo.
(Edição Taís Fuoco)
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TELECOM,
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