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Após bate-boca e ratos, tesoureiro do PT depôs à CPI da Petrobrás

Tesoureiro do PT e réu da Lava Jato prestou explicações à comissão da Câmara sobre suspeitas de seu envolvimento no esquema de propinas na Petrobrás que abasteceu o caixa de PP, PT, PMDB, PSB e PSDB

Acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, o tesoureiro petista falou nesta quinta-feira à comissão que apura as irregularidades na estatal petrolífera. 

No início da semana, interlocutores de Vaccari informaram que o tesoureiro estaria disposto a responder as perguntas dos deputados.

Nessa quarta, contudo, a defesa do tesoureiro recorreu ao Supremo que acatou a solicitação para que Vaccari não seja ouvido na condição de testemunha, pois já é réu em processo da Lava Jato. Caso fosse prestar depoimento como testemunha, ele teria de assinar o termo de compromisso com o compromisso de dizer a verdade

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  • 18h13

    09/04/2015

    Caros leitores, encerramos aqui a cobertura do depoimento de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, à CPI da Petrobrás. Agradecemos a audiência. 

  • 18h06

    09/04/2015

    Indignado com a convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, para prestar depoimento à CPI da Petrobrás na Câmara, o líder do partido na Casa, deputado Sibá Machado (AC), prometeu reagir aos ataques da oposição na comissão."Vou para cima dos tucanos. [...] Se é guerra, vamos para a guerra", disse. Saiba mais na reportagem de Daniel Carvalho e Daiene Cardoso.

  • 18h03

    09/04/2015

    A sessão da CPI começou de forma inusitada. Ratos foram soltos na sala onde acontecem os depoimentos. O funcionário Márcio Martins Oliveira, lotado na Segunda Vice-Presidência da Câmara, acusado de ter soltado os roedores foi exonerado. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, considerou a atitude "uma brincadeira de mau gosto". Leia mais aqui

    Dida Sampaio/ Estadão

  • 17h56

    09/04/2015

    Andre Dusek / Estadão

    Andre Dusek / Estadão

    Andre Dusek / Estadão

  • 17h49

    09/04/2015

    Durante a sessão, Vaccari desmentiu as delações de Youssef e Barusco e afirmou ser inocente. 

  • 17h45

    09/04/2015

    Após 7 horas e 40 minutos de duração, a sessão da CPI foi encerrada. 

  • 17h43

    09/04/2015

    João Vaccari Neto faz sua fala final. 

  • 17h41

    09/04/2015

    Vaccari: "Meu relacionamento com o ex-presidente Lula é de respeito"

  • 17h37

    09/04/2015

    "Eu não tenho nenhum CNPJ no meu CPF, portanto eu não tenho holding nem subholding. Reafirmo que sou inocente", responde Vaccari às perguntas do deputado Julio Lopes (PP).

  • 17h26

    09/04/2015

    Brasília: O tesoureiro petista, João Vaccari Neto, afirmou há pouco à CPI da Petrobras que o PT não está envolvido no esquema de corrupção que envolve a estatal. “Senhor deputado, não”, respondeu o dirigente partidário a questionamento feito pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Ele repetiu que “não são verdadeiras” as declarações que o envolvem feitas nas delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do ex-gerente da estatal Pedro Barusco. 

    Questionado pelo deputado Altineu Côrtes (PR-RJ), o petista disse que recebe um salário como dirigente do PT, mas não quis revelar o valor. “Sou remunerado pelo PT, o valor faz parte do sigilo do meu imposto de renda”, respondeu.

    Vaccari criticou o fato de Côrtes perguntar somente sobre o jeton que recebia como integrante do Conselho de Administração da Itaipu Binacional. Ele já havia dito que esteve no posto, indicado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e janeiro de 2015. “O que me estranha é o seu questionamento sobre o meu vencimento, obrigado”, disse, laconicamente.

    Antes da uma pausa na sessão da CPI, o tesoureiro rebateu o deputado Efraim Filho (DEM-PB), que o criticou pessoalmente e disse que testemunha é prova, sim. “Delação não é prova. Eu não aceito as ofensas que o senhor fez à minha pessoa”, disse. (Ricardo Brito, Daiene Cardoso e Daniel Carvalho) 

  • 17h24

    09/04/2015

    Vaccari negou intimidade com o tesoureiro Edinho Silva e também com Lula e Dilma. 

  • 17h23

    09/04/2015

    Deputada Mariana Carvalho (PSDB) questiona o relacionamento de Vaccari com Edinho Silva, tesoureiro da campanha da presidente Dilma Rousseff

  • 17h21

    09/04/2015

    Neste momento, o deputado Assis Carvalho (PT) faz suas perguntas. 

  • 17h16

    09/04/2015

    Deputados solicitam que conste na ata as perguntas que não foram consideradas respondidas por Vaccari Neto. 

  • 17h13

    09/04/2015

    Deputado Carlos Andrade (PHS): "O procurador do MPF Deltan Dallagnol disse: 'O tesoureiro do PT indicava em que contas deveriam ser depositado o dinheiro de propina'. Você diria que o procurador está mentindo?". Vaccari reafirmou que as doações feitas ao PT foram legais e devidamente registradas. 

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