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Eleições nos EUA: últimas notícias, resultado e repercussão

Acompanhe em tempo real as principais informações sobre a votação americana e a disputa entre Donald Trump e Joe Biden

O democrata Joe Biden foi eleito presidente dos Estados Unidos neste sábado, 7, de acordo com projeções da mídia americana. Biden será o presidente mais velho a tomar posse nos EUA, com 78 anos – os quais completará no próximo dia 20.

 

O ex-vice-presidente foi eleito por um forte sentimento de aversão a Donald Trump entre parte da sociedade americana, que decidiu que o presidente não merece mais um mandato no comando do país. A campanha eleitoral nos foi marcada pela crise do novo coronavírus e o impacto da pandemia na economia americana.

 

O maior desafio que se apresenta ao democrata é a contenção da segunda onda de coronavírus e a reversão da crise econômica.  

 

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  • 22h00

    08/11/2020

    Biden detalha medidas e Trump sofre pressão interna para admitir derrota

     

    WASHINGTON - O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, começou a trabalhar na transição de governo e atualizou ontem os planos de ação em um site que deve informar a população sobre o trabalho feito até a posse. Já o presidente Donald Trump voltou a questionar a lisura do processo eleitoral americano e não reconheceu a vitória do opositor, enquanto parte dos republicanos o pressiona para admitir a derrota.

     

    A campanha de Joe Biden informou através do novo site as quatro prioridades imediatas de seu governo: o combate à pandemia de coronavírus, a recuperação econômica, igualdade racial e mudanças climáticas. 

     

    Entre as medidas já informadas do projeto de controle do vírus estão: dobrar o número de locais de teste de covid em sistema drive-thru e “imediatamente restabelecer” a relação dos EUA com a Organização Mundial da Saúde, “que – embora não seja perfeita – é essencial para coordenar uma resposta global durante uma pandemia”, diz o plano.

     

    Sobre mudanças climáticas, o time de transição informa que “Biden sabe como se posicionar ao lado dos aliados dos EUA, enfrentar adversários e se nivelar com qualquer líder mundial sobre o que deve ser feito. Ele não apenas voltará a comprometer os EUA com o Acordo de Paris – ele irá muito além disso”. 

     

    Durante a campanha, Biden afirmou que vai recolocar os EUA no Acordo climático de Paris no primeiro dia de seu governo. “Ele está trabalhando para liderar um esforço para fazer com que todos os principais países aumentem a ambição de suas metas climáticas domésticas”, diz o site. Em debate com o presidente Donald Trump, Biden falou que pretende reunir países para oferecer um fundo ao Brasil para comprometimento com a preservação da Floresta Amazônica. 

     

    O presidente eleito não teve compromissos públicos ontem. Ele foi à igreja católica que frequenta em Wilmington, cidade onde vive. De lá, atravessou a rua para uma visita ao cemitério onde estão enterrados seu filho Beau, sua primeira mulher, Neilia, e a terceira filha, Naomi. Já Trump passou 4 horas e meia no seu clube de golfe, enquanto publicava mensagens no Twitter. Ele voltou à Casa Branca no meio da tarde. As únicas manifestações do republicano nos últimos três dias foram pelas redes sociais. 

     

    Em uma postagem no Twitter, Trump publicou na manhã de ontem uma fala do criminalista Jonathan Turley sobre a suposta “história de problemas eleitorais” no país. O presidente argumenta que houve fraude na eleição, mas segue sem apresentar provas. “Devemos olhar para os votos. Estamos apenas começando o estágio de tabulação. Devemos examinar essas alegações. Estamos vendo uma série de declarações de que houve fraude eleitoral”, teria dito Turley, segundo a publicação de Trump. 

     

    Também na rede social, Trump questionou o fato de a imprensa ter informado o resultado da eleição. Sem um órgão eleitoral centralizado como o Tribunal Superior Eleitoral brasileiro, o anúncio de vitória do presidente dos EUA é tradicionalmente feita pela mídia a partir dos dados de votos contabilizados fornecidos por cada Estado. 

     

    A agência de notícias Associated Press é reconhecida por projetar o presidente vencedor desde 1848 nos EUA. Em 2016, a agência declarou Donald Trump como vitorioso às 2h29 da madrugada posterior ao dia da eleição. Trump não questionou o fato de a imprensa anunciar o resultado na ocasião. 

  • 16h29

    08/11/2020

    A eleição americana em 8 números 

     

    Do maior número de votos da história à diferença de apoio entre Biden e Trump, confira 8 números que ajudam a entender a eleição dos EUA: 

     

    65 milhões

    A crise do coronavírus tornou o voto pelo correio a opção para cerca de 65 milhões de americanos. O aumento do número de votos pelo correio também elevou a carga de trabalho para funcionários eleitorais em muitos Estados, com o ritmo lento de contagem mantendo o mundo nervoso por dias.

     

    75,2 milhões

    Foi o número de votos de Joe Biden, o presidente mais votado da história dos Estados Unidos. Trump teve 70,8 milhões. 

     

    4,4 milhões

    Foi a diferença de votos entre o presidente Joe Biden e Donald Trump. 

     

    159 milhões

    Esse é o número de eleitores que foram às urnas em 2020. É o maior da história, apesar da pandemia. 

     

    2 milhões

    Em comparação com quatro anos atrás, Trump ganhou mais de 2 milhões de votos nos condados mais afetados pelo coronavírus. Isso foi menos do que Biden pegou em relação à opinião de seu partido em 2016. 

     

    92%/70%

    Essas representam as maiores margens de vitória em um Estado para Biden e Trump, respectivamente. Biden trouxe para o bastião democrata de Washington, D.C., enquanto Trump deixou sua marca em Wyoming, que não apoia um candidato presidencial democrata desde 1964. 

     

    58%

    Essa é a porcentagem de eleitores brancos do sexo masculino que apoiaram Trump este ano, mas o presidente teve menos influência com essa fatia importante de sua base política do que em 2016, de acordo com uma pesquisa de opinião da Edison Research que mostrou que seu apoio foi 4 pontos percentuais menor em 2020. 

     

    Trump é o segundo candidato com mais votos em uma eleição, atrás de Biden. E logo atrás de Trump? O antigo chefe de Biden, o ex-presidente Barack Obama. Dois também é o número de vezes que Trump perdeu a eleição no voto popular.

     

    Foto: Drew Angerer/AFP

    https://cultura.estadao.com.br/blogs/stratosferico/wp-content/uploads/sites/336/2020/11/joebiden-drewangerergettyimagesafp_051120200823.jpg

  • 15h26

    08/11/2020

    ANÁLISES: O que muda no mundo com Joe Biden?

     

    O Estadão publicou 23 análises exclusivas de pesquisadores, diplomatas e especialistas sobre como os EUA mudarão sob o comando do democrata Joe Biden.

     

    Os temas vão desde a relação dos EUA com o Brasil, com a América Latina, a China, a Rússia, o Oriente Médio e a economia, passando por áreas como meio ambiente e o futuro do populismo.

     

    Confira aqui. 

  • 15h21

    08/11/2020

    Biden divulga os planos para o seu primeiro dia como presidente dos EUA

     

    O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, divulgou neste domingo, 8, o seu site oficial da transição. Ele diz preparar uma série de ações já para o seu primeiro dia no Salão Oval que miram reverter parte das políticas do atual presidente, Donald Trump, sinalizando uma mudança de rumos no país. 

     

    No site, buildbackbetter.com, Biden e a sua vice-presidente, Kamala Harris, prometem ter quatro prioridades na nova administração democrata: covid-19, recuperação econômica, igualdade racial e mudança climática.

     

    Nas primeiras horas após assumir a presidência, no dia 20 de janeiro de 2021, Biden afirma que pretende enviar uma carta à Organização das Nações Unidas (ONU) indicando que o país voltará a combater a mudança climática, revertendo a decisão de Trump de sair do Acordo de Paris.

     

    Além disso, ele promete ações para combater a pandemia do novo coronavírus, como indicar um “comandante da cadeia de abastecimento nacional” e estabelecer um “conselho de testagem”. Afirma também que começará uma nova batalha contra o aumento de pessoas em situação de rua e ações para reinstalar refugiados de guerra. Ele garante que irá revogar a proibição da entrada de pessoas vindas de países muçulmanos e que pretende ligar para outros líderes mundiais na tentativa de reaproximá-los dos Estados Unidos. / NYT

     

    Foto: Erin Schaff/The New York Times

    Foto: Erin Schaff/The New York Times

  • 14h28

    08/11/2020

    Trump é visto jogando golf neste domingo

     

    O presidente Donald Trump foi visto neste domingo, 8, jogando golf em Sterling, na Vírginia, no Trump National Golf Club. Ele é visto no campo pelo segundo dia consecutivo depois de sua derrota para o democrata Joe Biden nas eleições presidenciais deste ano.

     

    Aficionado pelo esporte, ele já estava no campo quando as projeções dos veículos americanos indicaram a vitória de seu adversário no pleito. Trump ainda não reconheceu a sua derrota. 

     

    Foto: Steve Helber/AP Photo

    Foto: Steve Helber/AP Photo

  • 14h12

    08/11/2020

    Líderes republicanos se manifestam sobre vitória de Biden

     

    O líder republicano da Câmara, Kevin McCarthy, comentou neste domingo, 8, as projeções que indicam vitória de Biden. “Cada voto legal deve ser contado. Cada recontagem deve estar completa. Cada desafio legal deve ser escutado. Então, e só então, a América decidirá quem venceu a corrida”, escreveu em seu Twitter.

     

    O senador pela Flórida Marco Rubio também falou sobre a corrida presidencial em sua conta. “Portanto, fique acordado, pois você não sabe nem o dia nem a hora”, escreveu, citando o versículo Mateus 25:13.

     

    Já o senador Roy Blunt, do Missouri, afirmou à emissora ABC disse “parecer improvável” que as projeções que indicam vitória de Biden mudem nos próximos dias. Apesar disso, afirmou, é “compreensível” que os republicanos esperem um pouco mais para confirmar o resultado. 

     

    O ex-presidente George W. Bush disse no domingo que conversou com Biden para parabenizá-lo pela vitória. Em um comunicado, Bush afirmou que a eleição foi "fundamentalmente justa, sua integridade vai ser garantida e o resultado é claro". Ele reconheceu, no entanto, que Trump tem o direito de pedir recontagem dos votos. 

     

    Leia outras declarações aqui.

    Jabin Botsford/WP

  • 13h29

    08/11/2020

    Brasil, China e Rússia silenciam sobre projeções de vitória de Biden nos EUA

     

    Enquanto diversos líderes mundo afora parabenizaram o democrata Joe Biden pelas projeções de vitória nas eleições dos Estados Unidos, anunciadas em grande parte da imprensa americana neste sábado, 7, outros preferiram o silêncio.

     

    Emissoras de televisão anunciaram no sábado projeções com um triunfo de Biden na Pensilvânia, que tem 20 delegados no Colégio Eleitoral, levando-o a um total de 273 - são necessários 270 para ser declarado vencedor.

     

    Contudo, o candidato à reeleição, Donald Trump, não reconheceu a derrota e prometeu recorrer à justiça. Sem mostrar qualquer evidência, o republicano alegou haver fraude na contagem de votos em vários estados.

     

    Bastante ativo nas redes sociais, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que enxerga em Trump um grande aliado, se pronunciou pela última vez sobre as eleições americanas na última terça-feira, dia de fechamento dos votos. Na ocasião, limitou-se a reiterar a torcida pelo atual chefe de governo americano.

     

    Também não houve qualquer manifestação sobre as projeções de vitória de Biden por parte da China, que passou a travar uma guerra comercial com os EUA durante o mandato de Trump, nem pela Rússia, acusada de interferir nas presidenciáveis americanas anteriores, em 2016. /EFE

  • 12h30

    08/11/2020

    Presidente de Cuba parabeniza Biden

    O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, saudou neste domingo o "novo rumo" dos Estados Unidos após as eleições e expressou seu desejo de uma relação "construtiva e respeitosa."

    “Reconhecemos que, em suas eleições presidenciais, o povo norte-americano escolheu um novo rumo. Acreditamos na possibilidade de uma relação bilateral construtiva e respeitosa das diferenças”, disse o presidente em sua conta no Twitter, na primeira reação oficial na ilha.

    Depois de meio século de colapso diplomático e tensões políticas, os Estados Unidos e Cuba restabeleceram relações em 2015 sob o governo de Barack Obama, e um lento processo de reaproximação e colaboração começou.

    Mas a chegada de Donald Trump à Casa Branca em 2017 abalou as relações, já que o novo presidente emitiu mais de 130 medidas para fortalecer o bloqueio a Cuba e reverter os avanços do governo Obama.

    O presidente eleito Joe Biden foi vice-presidente de Obama e expressou seu desejo de retornar as relações com a ilha às mesmas causas de antes da chegada de Trump. /AFP

  • 11h00

    08/11/2020

    OMS parabeniza Biden, que prometeu cancelar saída dos EUA da organização

     

    GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) está recuperando a esperança de reconstruir seus laços de alto nível com os Estados Unidos após a vitória do presidente eleito Joe Biden, que prometeu durante sua campanha parar o processo de saída de seu país do órgão multilateral.

     

    "Parabéns ao presidente eleito Joe Biden e à vice-presidente eleita Kamala Harris. Meus colegas da OMS e eu estamos ansiosos para trabalhar com vocês e suas equipes", declarou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

     

    Os Estados Unidos são o país mais afetado pela covid-19, com mais de 9,5 milhões de casos e 233 mil mortes atribuídas à doença. O atual presidente, Donald Trump, culpou a OMS por não agir a tempo de impedir a propagação do coronavírus e por encobrir a China, que - de acordo com suas acusações - tinha escondido informações importantes sobre o novo patógeno do resto do mundo na fase inicial da pandemia, acusações sobre as quais ele nunca apresentou evidências. /EFE

  • 10h47

    08/11/2020

    Trump quebra silêncio e cita criminalista dizendo que país tem ‘história de problemas eleitorais’

     

    WASHINGTON - O presidente dos EUA, Donald Trump, se manifestou neste domingo, 8, após horas em silêncio. Em sua conta pessoal no Twitter, o republicano compartilhou uma fala do criminalista Jonathan Turley a seu favor.

     

    A citação fala em fraude e diz que o país tem uma “história de problemas eleitorais”.

     

     

    “Devemos olhar para os votos Estamos apenas começando o estágio de tabulação. Devemos examinar essas alegações. Estamos vendo uma série de declarações de que houve fraude eleitoral”, teria dito Turley. “Quando você fala de problemas sistêmicos, é sobre como essas cédulas foram autenticadas, porque se houver um problema no sistema de autenticação, isso afetaria seriamente TODA A ELEIÇÃO - e o que me preocupa é que tivemos mais de cem milhões de cédulas de correio em cidades como Filadélfia e Detroit, com uma longa série de problemas eleitorais (para dizer o mínimo)”.

     

    Jonathan Ernst/REUTERS

  • 10h18

    08/11/2020

    Orbán parabeniza Biden, seu 'plano B'

    BUDAPESTE - O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, parabenizou Joe Biden por sua vitória nas eleições presidenciais dos EUA, um resultado que pode complicar os laços com Washington depois que o líder nacionalista acusou os democratas de "imperialismo moral".

     

    O húngaro, que enfrenta o que promete ser uma eleição difícil em 2022 devido à pandemia do coronavírus e uma economia mais fraca, parabenizou o novo presidente em uma carta, disse o oficial de mídia do líder húngaro, Bertalan Havasi, em um comunicado. “Deixe-me parabenizá-lo por uma campanha presidencial de sucesso. Desejo-lhe boa saúde e sucesso contínuo no desempenho de seus deveres extremamente responsáveis ??”, escreveu na carta citada pela agência de notícias estatal MTI.

     

    Orbán, que disse em setembro que uma vitória de Donald Trump era seu "Plano A" e que ele não havia planejado uma presidência de Biden, está em desacordo com a União Europeia por causa de suas campanhas anti-imigração e seus movimentos para impor mais controle estatal sobre o judiciário, organizações não governamentais, mídia e acadêmicos. /REUTERS

     

  • 09h52

    08/11/2020

    Após a vitória de Joe Biden, o que acontece agora nos EUA?

     

    Após a vitória do candidato democrata Joe Biden na eleição dos Estados Unidos, há uma série de novos passos até a posse, em 20 de janeiro.

     

    Primeiro, haverá a batalha jurídica já anunciada pelo presidente Donald Trump. Até agora, a campanha de Trump entrou com seis ações na Justiça para contestar resultados ou denunciar possíveis fraudes em votos enviados pelo correio.

     

    Além da batalha legal, há procedimentos que ainda vão se desenrolar durante 79 dias. Os americanos que foram às urnas no dia da eleição não selecionam o presidente diretamente.

     

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    Foto: Drew Angerer /  AFP

     

     

    Drew Angerer / AFP

  • 09h12

    08/11/2020

    The Economist: Donald Trump nunca mais

     

    Em 1916, os aliados franco-britânicos lançaram um ataque feroz contra o Exército alemão perto do Rio Somme, no norte da França, na esperança de quebrar o impasse na frente ocidental. A batalha que se seguiu envolveu mais de 3 milhões de homens e tecnologias inovadoras, como os tanques britânicos. O ataque impiedoso durou cinco meses, deixou mais de um milhão entre mortos e feridos, e, no fim, os aliados haviam conquistado 9,6 quilômetros de território. Foi uma vitória, mas não mudou absolutamente o jogo.

     

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  • 07h35

    08/11/2020

    Análise de Marco Aurélio Nogueira: Com Biden, a volta dos valores democráticos

     

    Joe Biden terá o desafio de retomar as grandes linhas de atuação do Partido Democrata, sua interação histórica com o movimento negro, sua ênfase nas políticas sociais, sua defesa da liberdade, da tributação com caráter progressivo (que protege os mais pobres) e da responsabilidade fiscal. É de prever que haverá mais atenção ao problema da regulação do capitalismo.

     

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  • 07h06

    08/11/2020

    Análise de Roberto Goulart Menezes: Pelos direitos humanos

     

    Tudo indica que a política externa de Joe Biden terá semelhanças com o período Obama (2009-2017). Assim como em 2009, quando Obama sucedeu a George W. Bush (2001-2009) na Casa Branca, Biden precisará refazer a agenda internacional dos EUA, a começar pela diplomacia ambiental e pelo multilateralismo, áreas desprezadas por Trump.

     

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    Foto: Jim Bourg/Reuters

    Foto: Jim Bourg/Reuters

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