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Greve dos caminhoneiros

Acompanhe minuto a minuto os bloqueios e liberações nas rodovias federais e estaduais do País

Caminhoneiros começaram a segunda-feira, 9, com bloqueios em várias estradas do País. Os transportadores pedem redução no valor do óleo diesel, uma tabela de preços mínimos para o frete e a saída da presidente Dilma Rousseff. Há bloqueios em rodovias em pelo menos 10 Estados do País. Leia mais sobre as motivações do ato aqui.

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  • 21h32

    09/11/2015

    Encerramos a cobertura ao vivo por hoje. Boa noite!

  • 20h20

    09/11/2015

    BRASÍLIA - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que os caminhoneiros que interditarem as estradas serão multados em R$ 1.915,00. "Esse é um movimento com um viés claramente político", disse Cardozo. "Não tem pauta de reivindicações e isso fez com que a maior parte dos caminhoneiros do País não aderisse à manifestação".

  • 19h47

    09/11/2015

    BRASÍLIA - Ao final do primeiro dia de manifestação dos caminhoneiros, a avaliação do governo foi de que o engajamento foi "muito aquém" do anunciado e prometido pela categoria. A presidente Dilma Rousseff foi informada ao longo do dia da mobilização e este foi um dos assuntos da reunião de coordenação na manhã desta segunda-feira, 9, no Palácio do Planalto. Leia a matéria completa: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,para-o-planalto--engajamento-de-caminhoneiros-foi-muito-aquem-do-prometido,1793508

  • 19h14

    09/11/2015

    GOIÁS - Protesto na manhã de hoje na BR-040

    Marcelo Camargo/Agência Brasil

  • 18h53

    09/11/2015

    SÃO PAULO - A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou, em nota, que as liminares obtidas contra os bloqueios da greve dos caminhoneiros ocorrida em fevereiro deste ano continuam valendo. Segundo o comunicado, a liminar que concede às agroindústrias associadas trânsito livre pelas rodovias federais. "Novas ações estão sendo ajuizadas pela associação com o mesmo objetivo, para estradas que não estão contempladas pela primeira liminar", informou a ABPA. "Com isto, os caminhões que estejam a serviço de empresas associadas à ABPA deverão ter trânsito assegurado pelas rodovias federais. A decisão vale não apenas para caminhões carregados, como também para veículos que estejam buscando carga." A ABPA reúne 139 associados entre agroindústrias produtoras e processadoras de carne de aves, suínos e ovos para consumo, entre outros. Juntas, as cadeiras produtivas representam mais de R$ 80 bilhões de Produto Interno Bruto (PIB) e US$ 10 bilhões em exportações.

  • 18h16

    09/11/2015

    RIBEIRÃO PRETO - O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), Paulo João Eutasia, disse ter orientado caminhoneiros ligados à entidade a chamarem a polícia rodoviária caso sejam impedidos de passar em bloqueios feitos por grevistas em rodovias do País. Eutasia reafirmou a posição de CNTTL contrária à greve realizada hoje.

     

    "A orientação é não forçar a passagem em bloqueios para não ter problemas com os bens materiais. A saída é encostar o veículo e chamar o apoio da polícia rodoviária", disse. "Enquanto a proposta desse movimento político é derrubar o governo, a nossa é discutir melhores condições de trabalho e salários aos caminhoneiros, o que já vem sendo feito", disse o presidente da CNTTL, que é ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT). (Gustavo Porto)

  • 18h11

    09/11/2015

    RIO GRANDE DO SUL - Dentre os pontos onde ocorrem os protestos no Rio Grande do Sul estão a BR-116 (um trecho na altura de Vacaria e outro na região de Pelotas), BR-472 (Santa Rosa), BR-386 (Soledade) e RS-122 (Farroupilha).

     

    De acordo com a Polícia Rodoviária Federal e o Comando Rodoviário da Brigada Militar, os grupos que optaram por parar as atividades estão se reunindo em postos de combustíveis ou acostamentos. Veículos de passeio, motos, ambulâncias e ônibus têm a passagem liberada. Os manifestantes abordam pacificamente outros motoristas de caminhão para tentar convencê-los a parar. Aqueles caminhoneiros que levam cargas perecíveis e suprimentos para hospitais são liberados a seguir viagem. 

     

    Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do porto de Rio Grande informou que, por enquanto, não houve impacto nas operações nos terminais. Como o porto fica no extremo sul do Estado, e os protestos se concentram principalmente no centro e no norte, a tendência é de que os efeitos comecem a aparecer a partir desta terça-feira. (Gabriela Lara, correspondente em Porto Alegre)

  • 18h09

    09/11/2015

    RIO GRANDE DO SUL - Os protestos realizados por caminhoneiros autônomos ganharam novos adeptos ao longo desta segunda-feira, no primeiro dia de mobilização. No Rio Grande do Sul, o número de pontos de concentração aumentou durante a tarde para 16 - sendo 13 em rodovias federais e três em estaduais. (Gabriela Lara, correspondente em Porto Alegre)

  • 17h53

    09/11/2015

    BALANÇO DOS BLOQUEIOS: A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que até às 17h havia 47 manifestações de caminhoneiros, sendo cinco com interdição total da via e 22 bloqueios parciais. Os protestos ocorriam em 10 Estados diferentes: Bahia, com quatro pontos de protesto, Espírito Santo (01), Goiás (05), Minas Gerais (04), Mato Grosso do Sul (02), Pernambuco (01), Paraná (08), Rio Grande do Sul (16), Santa Catarina (05) e Tocantins (01). A PRF informou ainda que nos locais onde os bloqueios são parciais, apenas os caminhões estão sendo retidos, ônibus, veículos de passeio e ambulâncias tinham trânsito livre. (Victor Martins, de Brasília)

  • 17h46

    09/11/2015

    Por meio de nota enviada à imprensa, o líder do Vem Pra Rua, Rogério Chequer, disse que "apoia movimentos pacíficos, ordeiros, e que visem exclusivamente um Brasil melhor, livre de corrupção". O grupo admite o apoio à parte da pauta referente ao afastamento de Dilma, mas não às demandas apresentadas pelos próprios caminhoneiros, como questões relacionadas ao preço do óleo diesel e à aposentadoria. (Guilherme Mendes, especial para a Agência Estado)

  • 17h45

    09/11/2015

    Alguns dos principais movimentos sociais pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff posicionaram-se a favor da paralisação de caminhoneiros. Um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre, Renan Santos confirmou ao Broadcast Político, serviço de informações em tempo real da Agência Estado, a participação da organização na atual greve. Sempre com uma proposta crítica ao governo e à imprensa, o grupo cobrou mais atenção dos veículos de comunicação. (Guilherme Mendes, especial para a Agência Estado) 

  • 17h37

    09/11/2015

    PARÁ: Manifestação na BR-156, em Eldorado dos Carajás, no Estado do Pará, segundo publicação na página do Facebook do Comando Nacional do Transporte, grupo que organiza as manifestações pelo País.

    Reprodução/Facebook/comandodetransporterodoviario

  • 16h57

    09/11/2015

    SÃO PAULO - Mais cedo, caminhoneiros bloquearam parcialmente a Marginal do Tietê e fizeram um "buzinaço". Veja no vídeo abaixo:

     

  • 16h27

    09/11/2015

    MATO GROSSO DO SUL - O Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul (Sindicam-MS) está monitorando a situação nas estradas do Estado. Segundo Osny Bellinati, presidente do sindicato, a paralisação no município de Nova Alvorada do Sul (MS) já foi dispersada. "Está tudo tranquilo, há algumas paradas pontuais que duram pouco tempo", disse. 

     

    No site do sindicato, o Sindicam-MS recomenda a caminhoneiros que fiquem atentos às informações sobre bloqueios para não ficarem presos nas estradas. Nos protestos da categoria realizados no primeiro semestre deste ano, o Sindicam-MS aderiu. "Colaboramos com o movimento e conseguimos progressos para o setor", afirmou Bellinati. (Camila Turtelli)

  • 16h25

    09/11/2015

    MATO GROSSO DO SUL - O Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul (Sindicam-MS) não aderiu à greve da categoria liderada pelo Comando Nacional do Transporte. O presidente do sindicato, Osny Bellinati, alegou que não há uma pauta de reivindicações clara. "Nós respeitamos o posicionamento de cada um, mas não vamos participar a não ser que tenha uma reivindicação clara da categoria. É um movimento político", afirmou ao Broadacast Agro, serviço de informações em tempo real da Agência Estado. (Camila Turtelli)

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