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Extremistas pró-Trump invadiram o Capitólio em Washington; parlamentares saíram escoltados

Apoiadores do presidente Donald Trump invadiram o Parlamento dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 6, durante o ato que confirmaria a vitória do presidente eleito Joe Biden. 

 

A Câmara e o Senado estavam em sessões separadas para discutir as objeções de alguns legisladores quando os manifestantes se reuniram do lado de fora da barreira do perímetro externo e passaram a invadir alguns prédios do complexo do Capitólio. 

 

 

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  • 10h31

    07/01/2021

    Encerramos aqui a nossa cobertura ao vivo sobre a invasão do Capitólio e a ratificação da vitória do presidente eleito Joe Biden pelo Congresso americano.

     

    Para continuar acompanhando as últimas notícias sobre a transição de governo nos Estados Unidos e outros temas de política internacional, clique aqui para ver os destaques internacionais do Estadão.

  • 08h30

    07/01/2021

    Artigo: Nunca se esqueçam dos republicanos que tentaram um golpe de Estado

     

    "O Novo Testamento nos pede no Evangelho de São Marcos 8:36: “Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”.

     

    Os senadores Josh Hawley, Ted Cruz, Ron Johnson e todos os seus colegas do Partido Republicano que tramaram o golpe claramente esqueceram deste versículo – se é que o conheciam – pois estão dispostos a sacrificar as próprias almas, a alma do seu partido e a alma dos Estados Unidos – nossa tradição de eleições livres e justas como o meio para a transferência do poder – a fim de que Donald Trump continue presidente e um destes sacanas possa eventualmente substituí-lo."

     

    Leia o artigo completo de Thomas L. Friedman, colunista do jornal The New York Times.

  • 07h58

    07/01/2021

    Ex-presidentes dos EUA classificam invasão do Capitólio como 'vergonha' e 'tragédia'

     

    WASHINGTON - Ex-presidentes americanos, de Jimmy Carter a Barack Obama, condenaram de forma veemente as ações violentas ocorridas no Capitólio na quarta-feira, 6, classificando-as de "vergonha" e "tragédia" e acusando o presidente Donald Trump de ter estimulado o movimento.

     

    "A história lembrará a violência de hoje no Capitólio, estimulada por um presidente que mentiu incansavelmente sobre o resultado de uma eleição, como um momento de desonra e de vergonha para o nosso país", disse o ex-presidente Barack Obama, em um comunicado.

     

    O ex-presidente democrata culpou Donald Trump e os republicanos pelo ataque ao Congresso dos Estados Unidos na quarta-feira.

     

    "Mas estaríamos nos enganando se tratássemos isso como uma surpresa total", afirmou Obama, acrescentando que os distúrbios violentos foram "incitados" por Trump, "que continuou a mentir sem base sobre o resultado de uma eleição legal".

     

    Obama também destacou o papel do Partido Republicano e de seus apoiadores na imprensa, os quais acusou de, "muitas vezes, não estarem dispostos a dizer a verdade a seus seguidores" sobre a vitória do democrata Joe Biden na eleição de 3 de novembro passado.

     

    O ex-presidente Bill Clinton, outro democrata, também denunciou um "assalto sem precedentes" às instituições americanas, "alimentado por mais de quatro anos de políticas envenenadas".

     

    "A centelha foi acendida por Donald Trump", denunciou.

     

    Para o ex-presidente republicano George W. Bush, a invasão do Capitólio por partidários de Trump e a interrupção, durante horas, da sessão de certificação da vitória de Joe Biden na eleição presidencial foram situações dignas de uma "república das bananas".

     

    "É assim que são disputados os resultados eleitorais em uma república 'bananera', não em nossa república democrática", disse Bush, em uma nota sobre os distúrbios provocados por partidários de Donald Trump, os quais chamou de "insurreição".

     

    Aos 96 anos, o ex-presidente democrata Jimmy Carter disse ter ficado "preocupado" com o ocorrido na sede do Poder Legislativo americano, uma "tragédia nacional", segundo ele.

     

    Carter pediu uma "solução pacífica".

     

    A invasão de partidários do presidente em fim de mandato resultou na interrupção da certificação da vitória presidencial de Joe Biden por várias horas nesta quarta-feira. Os debates no Congresso não puderam ser retomados antes das 20h locais (22h de Brasília).

     

    Na madrugada desta quinta-feira, 7, o vice-presidente americano, o republicano Mike Pence, certificou o voto de 306 grandes eleitores a favor do candidato democrata, contra os 232 obtidos por Donald Trump, validando a vitória de Biden no Congresso.

     

    A posse do democrata acontece em 20 de janeiro./ AFP

     

    Foto: Luis Magana/ AP

    Luis Magana/ AP

  • 06h14

    07/01/2021

    Trump aceita o fim do mandato e promete "transição ordenada"

     

    O presidente cessante dos Estados UnidosDonald Trump, aceitou nesta quinta-feira, 7, que sua passagem pela presidência será de um único mandato. Ele prometeu uma "transição ordenada" após o Congresso ratificar a vitória do presidente eleito Joe Biden.

     

    "Embora eu discorde totalmente do resultado da eleição e os fatos estejam do meu lado, no entanto, haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro", disse Trump em um comunicado distribuído no Twitter por um de seus principais assessores, Dan Scavino.

     

    "Eu sempre disse que continuaríamos nossa luta para garantir que apenas os votos legais fossem contados. Embora isso represente o fim do melhor primeiro mandato da história presidencial, é apenas o começo de nossa luta para tornar a América grande novamente!" ele acrescentou, citando seu lema eleitoral.

     

    A reação de Trump veio através de Scavino porque a conta do Twitter do próprio presidente que está deixando o cargo está temporariamente suspensa, devido a mensagens nas quais ele justificou o ataque ao Capitólio por seus apoiadores.

     

    Trump não reconheceu totalmente a derrota em sua declaração, algo que ele prometeu a seus seguidores que "nunca" faria, mas ele admitiu que seu mandato está chegando ao fim e que terá de deixar a Casa Branca em 20 de janeiro.

     

    Sua mensagem veio minutos depois que o Congresso dos Estados Unidos ratificou a vitória do presidente eleito Joe Biden, em um gesto normalmente cerimonial que levou a um dos dias mais sombrios da história dos Estados Unidos.

  • 05h46

    07/01/2021

    Sessão encerrada

     

    Após a confirmação do resultado do colégio eleitoral que confirmou Joe Biden e Kamala Harris como próximos presidente e vice-presidente dos EUA, a sessão do Congresso Nacional foi encerrada pelo vice-presidente Mike Pence.

  • 05h40

    07/01/2021

    Congresso confirma eleição de Joe Biden

     

    O Congresso americano certificou no início da manhã desta quinta-feira, 7, o resultado apresentado pelo colégio eleitoral, confirmando o democrata Joe Biden como presidente eleito dos Estados Unidos.

     

    O resultado foi validado após uma madrugada de trabalho marcada pelas objeções apresentadas por aliados de Trump nas sessões da Câmara e do Senado. Resultados de Estados como Arizona e Pensilvânia foram contestados pelos parlamentares fiéis ao presidente, mas as objeções foram rejeitadas.

     

    Após a rejeição da objeção ao resultado eleitoral da Pensilvânia na Câmara, já na manhã desta quinta, a sessão conjunta das duas Casas Legislativas foi retomada.

     

    Sob a condução do vice-presidente, Mike Pence, a sessão ocorreu sem nenhuma nova objeção. Em um curto espaço de tempo, o resultado de mais de 10 Estados foi confirmado pelo Congresso, certificando a vitória da chapa Biden-Harris.

     

    A sessão no Congresso foi retomada seis horas depois que uma multidão de extremistas pró-Donald Trump invadiu o Capitólio após um discurso em que o presidente americano prometeu nunca admitir sua derrota, em desafio ao rito parlamentar que confirmaria a vitória democrata. 

     

    O grupo interrompeu a certificação dos votos. A polícia precisou retirar Pence e os demais legisladores do prédio em um cenário de violência que abalou um pilar da democracia americana e deixou ao menos quatro mortos. 

     

    A agitação levou a prefeita de Washington, Muriel Bowser, a declarar toque de recolher em toda a cidade das 18h de ontem até às 6h de hoje. Mais tarde, disse que o estado de emergência na cidade ficaria em vigor até o dia da posse de Biden, em 20 de janeiro. 

     

    Biden fez um pronunciamento contundente contra a violência. Ao mesmo tempo, os democratas conquistavam a maioria do Senado com as duas vitórias dos candidatos que disputaram o segundo turno na Geórgia.

  • 05h33

    07/01/2021

    Em sessão conjunta, Pence confirma resultado eleitoral na Pensilvânia

     

    Após a rejeição pela Câmara e pelo Senado das objeções impostas ao resultado eleitoral na Pensilvânia, sessão conjunta entre as duas casas é retomada. Vice-presidente Mike Pence, que preside a sessão, confirma resultado apresentado pelo colégio eleitoral do Estado.

     

    O Senado foi o primeiro a votar a objeção aos votos da Pensilvânia apresentada por vários legisladores conservadores. Por volta das 3h20min (horário de Brasília), 92 senadores se manifestaram contra a objeção, enquanto sete, todos republicanos, foram a favor.

     

    Na Câmara, cerca de duas horas depois, a objeção também foi rejeitada por um placar de 282 a 138. Todos os deputados que se manifestaram a favor da objeção eram republicanos. 

     

    Nunca houve perspectiva de êxito das objeções levantadas no Congresso, já que cada uma delas deve passar por votação no plenário e os democratas, partido de Biden, são maioria na Câmara dos Deputados. No entanto, Donald Trump insistiu em pressionar os legisladores e seu próprio vice-presidente a assumir poderes que não correspondem a eles segundo a Constituição e interferir em uma sessão que normalmente é simplesmente um procedimento formal.

     

    Após a invasão de centenas de extremistras pró-Trump ao Capitólio, a maioria dos republicanos no Senado desistiu de seu plano de levantar ou endossar objeções ao resultado em vários estados importantes onde Biden venceu. Quatro pessoas morreram, 52 foram presas e 14 policiais ficaram feridos durante os atos violentos.

     

    Apenas o senador Josh Hawley levou adiante seu plano para desafiar o resultado na Pensilvânia, embora seis outros senadores republicanos mais tarde tenham se aliado a ele na votação do assunto no Senado. Antes da vez da Pensilvânia, nenhum senador republicano apoiou as tentativas de vários congressistas de contestar os resultados em três outros estados importantes onde Biden venceu: Geórgia, Michigan e Nevada.

  • 05h25

    07/01/2021

    Câmara derruba objeção a eleição na Pensilvânia

     

    Em votação no começo da manhã desta quinta-feira, 7, a Câmara dos Representantes rejeitou a objeção apresentada por aliados do presidente Donald Trump sobre o resultado eleitoral na Pensilvânia.

     

    O placar da votação na casa foi de 282 a 138.

  • 04h56

    07/01/2021

    Ministra britânica pede a Trump que condene a invasão do Capitólio

     

    A ministra do Interior do Reino Unido, Priti Patel, disse nesta quinta-feira, 7, que a invasão do Capitólio dos EUA por partidários do presidente Donald Trump foi "terrível além das palavras" e pediu a Trump que condenasse a violência.

     

    "Ele deveria condenar absolutamente tudo o que aconteceu", disse Patel à Sky News. "Ele fez uma declaração ontem e fez muito pouco para diminuir a situação ... Palavras de provocação estão completamente erradas."

    O primeiro-ministro Boris Johnson descreveu as cenas em Washington, D.C., como "vergonhosas" na noite de quarta-feira.

  • 04h52

    07/01/2021

    Vice-assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos renuncia após invasão do Capitólio

     

    O vice-assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Matt Pottinger, renunciou após o comportamento do presidente Donald Trump em face da invasão do Capitólio na quarta-feira, 6, relata a CNN.

     

    A rede americana cita fontes próximas a Pottinger para confirmar essa renúncia, que não é a única que ocorreu nas últimas horas entre altos funcionários do gabinete de Trump.

     

    A CNN também informou na quarta-feira que vários dos principais assessores do presidente, incluindo o conselheiro de segurança nacional Robert O'Brien e o vice-chefe de gabinete Chris Liddell, estavam considerando renunciar.

     

    A chefe de gabinete de Melania Trump, Stephanie Grisham, secretária social Anna Cristina "Rickie" Niceta e a vice-secretária de imprensa Sarah Matthews também pediram demissão.

  • 03h55

    07/01/2021

    Republicanos apresentam objeção a votos da Pensilvânia e atrasam certificação

     

    A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos começou a debater, na madrugada desta quinta-feira, 7, uma tentativa de derrubar os votos no colégio eleitoral do Estado da Pensilvânia. O debate sobre a objeção aos votos, que foi recusada pelo Senado um pouco antes, fez com que o processo de certificação para atestar o triunfo de Joe Biden se arrastassse pela madrugada. Mais cedo, as duas Casas recusaram a objeção apresentada pelos republicanos para os votos do Arizona

     

    A sessão no Congresso foi retomada seis horas depois que uma multidão de extremistas pró-Donald Trump invadiu o Capitólio após um discurso em que o presidente americano prometeu nunca admitir sua derrota, em desafio ao rito parlamentar que confirmaria a vitória democrata. Leia mais aqui.

     

    Foto: Leah Millis/ Reuters

    Foto: Leah Millis/ Reuters

  • 02h48

    07/01/2021

    Polícia americana identifica mulher morta na invasão do Capitólio

     

    A Polícia americana identificou a mulher morta na invasão do Capitólio nesta quarta-feira, 6, como Ashli Babbitt. De acordo com a mídia norte-americana, ela era uma ex-oficial militar da Força Aérea e fervorosa defensora do presidente Donald Trump que vivia no sul da Califórnia.

     

    "Eu realmente não sei por que ela decidiu fazer isso", disse a sogra de Ashli ??Babbitt, citada por um jornalista da Fox 5.

     

    Em sua conta no Twitter, Ashli se descreveu como uma "veterana" e uma "libertária". Recentemente, ela retuitou várias mensagens de pessoas que viajavam para Washington para apoiar Donald Trump.

     

    Na terça-feira, ela respondeu a uma reclamação sobre cancelamento de voo para Washington. "Nada vai nos impedir....Eles podem tentar, tentar e tentar, mas a tempestade está aqui e está caindo em [Washington] DC em menos de 24 horas....Das trevas à luz ".

  • 02h35

    07/01/2021

    Para Entender: Como Trump poderia ser destituído de seu cargo antes de seu mandato terminar


    A invasão do Capitólio dos EUA por extremistas pró-Donald Trump na quarta-feira, 6, gerou apelos de alguns legisladores para removê-lo do cargo antes que o presidente eleito Joe Biden tome posse em 20 de janeiro. O republicano, que se recusou a se comprometer com uma transferência pacífica de poder, dirigiu-se a milhares de manifestantes e repetiu alegações infundadas de que a eleição foi roubada dele. 


    Existem duas maneiras de destituir um presidente americano do cargo: uma delas é a 25ª Emenda da Constituição dos EUA e a outra, o impeachment seguido por uma condenação no Senado. Em qualquer cenário, o vice-presidente Mike Pence assumiria até a posse de Biden. Fontes asseguram que tem havido algumas discussões preliminares entre alguns membros do Gabinete e aliados de Trump sobre invocar a 25ª Emenda. Saiba mais

  • 01h56

    07/01/2021

    Número de mortos durante ataque ao Capitólio sobe para quatro

     

    Quatro pessoas morreram e 52 foram presas nesta quarta-feira, 6, após a invasão ao Capitólio dos Estados Unidos. Uma mulher foi morta a tiros pela polícia e três outras pessoas morreram em emergências médicas, segundo as autoridades locais.

     

    De acordo com a CNN, o chefe da polícia de Washington, Robert Contee, não especificou se as três pessoas atendidas pela emergência estavam envolvidas diretamente nos atos violentos. 

     

    Durante o dia, os serviços de Bombeiros e Emergências Médicas locais transportaram para hospitais próximos pessoas com ferimentos que variavam de parada cardíaca a múltiplas fraturas após queda, disse a CNN.

     

    Contee disse ainda que 47 das 52 prisões até o momento estavam relacionadas a violações do toque de recolher imposto pela prefeita Muriel Bowser. Várias outras pessoas foram presas por acusações relacionadas ao porte de armas de fogo proibidas ou não licenciadas.

     

     

    Duas bombas foram recuperadas da sede dos comitês nacionais republicano e democrata, bem como um refrigerador de um veículo no Capitólio dos EUA que continha coquetéis molotov.

  • 01h25

    07/01/2021

    Câmara segue Senado e rejeita objeção de aliados de Trump a votos do Arizona 

    A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos também rejeitou a objeção aos votos do colégio eleitoral do Arizona para o presidente eleito Joe Biden. A medida havia sido recusada um pouco antes pelo Senado. 

    A iniciativa falhou na Câmara por uma votação final de 303 a 121. A maioria dos republicanos na Casa votou a favor da objeção:  121 a 83.

     

     

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