EUCLYDES DA CUNHA

Estadão

16 Agosto 2009 | 00h07

Nunca uma noticia nos pareceu tão inverossimil como a do assassinato de Euclydes da Cunha, que um telegramma do Rio hontem nos transmittiu. Era, porém,verdadeiro o fatal despacho. O illustre brasileiro, que ainda joven conquistára uma invejável notoriedade, desapparece do nosso mundo intellectual de uma maneira absolutamente imprevista e cruel. As noticias recebidas até á hora em que escrevemos não explicam o motivo da sua morte.