BRUXELLAS

Estadão

19 Dezembro 2009 | 00h02

– No seu testamento, o rei Leopoldo, além de que é já conhecido, relativamente as filhas, estabeleceu que lhe não seja feita autopsia; que de todas as pessoas da sua casa sómente o seu herdeiro ao throno, Alberto, poderá acompanhar os funeraes; que os seus papeis sejam destruídos ou entregues ao príncipe Alberto; que o barão de Goffinet, seu ajudante de ordens, seja o único executor testamentário. (pág. 2, col. 6)

– O príncipe Alberto de Saxe-Coburgo-Gotha, sobrinho do rei Leopoldo e seu herdeiro, subindo ao throno, tomará o nome de Alberto I. (pág. 2, col. 7)

– A Federação Socialista de Charleroi lançou um manifesto revolucionário, que foi profusamente espalhado nesta capital, e foi também enviado a todas as cidades de importância do reino. O manifesto começa com as seguintes palavras: “O rei morreu, viva a Republica!”. (pág. 2, col. 6)