Viva Espanha

danielpiza

11 de julho de 2010 | 18h06

A Espanha foi premiada por seu jogo técnico, que pode não fazer muitos gols, mas gosta da bola, domina o adversário e acaba vencendo pela qualidade. E ninguém simbolizou melhor esse estilo do que Iniesta, o craque da final e o craque da Copa, que ao lado de Xavi dita o ritmo e dá excelentes passes para os atacantes – e hoje apareceu na área para resolver a longa e chata partida. Depois de um primeiro tempo truncado, com a Holanda marcando adiantado e encurtando o campo, além de cometer muitas faltas (o dobro do habitual), o segundo foi um pouco mais aberto, graças às ações da Espanha pelas pontas com Sergio Ramos de um lado e Villa do outro. A Holanda passou a apostar no contra-ataque, mas Robben desperdiçou as duas chances que teve. Na prorrogação, a Holanda pagou o preço primeiro com a expulsão de Heitinga e depois (apesar do erro do juiz que não deu escanteio na cobrança de falta de Sneijder) com o gol de Iniesta. O gol fez justiça ao time e ao jogador, e a Copa teve seu campeão merecido.

publicidade

publicidade

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.