Acompanhe o segundo dia de manifestação contra aumento da passagem de ônibus em SP

Viviane Bittencourt

07 de junho de 2013 | 19h37

22h40 – Durante o fechamento da Estação Faria Lima, um grupo grande de manifestantes optou por seguir para a Paulista, onde bloqueou as faixas no sentido Paraíso, por volta das 22 horas. O grupo foi acompanhado pela PM e fez um pequeno percurso pela avenida, da Consolação até a Augusta, se dispersando cerca de 30 minutos depois. Uma manifestação maior no local foi marcada para terça-feira, 11.

20h41 – Parte do movimento seguiu pela Rua Teodoro Sampaio, que está interditada pela polícia. Motoristas devem desviar pela Avenida Pedroso de Morais. (Mateus Coutinho)

20h40Manifestantes arremessaram pedras em 13 seguranças da concessionária ViaQuatro, que administra a Linha 4-Amarela do Metrô. Os agentes fecharam os acessos da Estação Faria Lima. Uma catraca de vidro da parada foi quebrada. A PM chegou para reforçar a segurança e permitir a saída dos passageiros que ficaram no interior da estação. (Bruno Ribeiro)

20h35 – Mais cedo, por volta das 19h, quando os manifestantes ainda estavam na Marginal do Pinheiros, cerca de 30 estudantes entraram no Motel Astúrias para se proteger das bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta arremessadas pela PM. Ao saírem, alguns foram detidos por policiais. (Diego Zanchetta)

20h34 – Enquanto a entrada par da estação de metrô Faria Lima está fechada, seguranças deixam apenas uma pequena passagem na entrada ímpar, liberada apenas para quem não é manifestante. (Mateus Coutinho)

20h30 – Seguranças fecharam a entrada da estação de metrô Faria Lima, do lado par da Avenida Paulista, para impedir que os manifestantes entrassem. Houve conflito entre o grupo, que pretendia pegar o metrô após o fim do protesto, e os guardas. A entrada permanece fechada. (Mateus Coutinho)

20h20 – De acordo com a polícia, ninguém foi preso. Pelos cálculos da PM, havia em torno de 5 mil manifestantes. (Mateus Coutinho)

20h17 – Virgínia Barros, de 27 anos, atual presidente de União Nacional dos Estudantes (UNE), acompanhou o protesto: “A UNE apoio o movimento. O transporte é um direito fundamental, que não deve estar sujeito às leis do mercado.”

A entidade defende a abertura de um diálogo com o prefeito Fernando Haddad (PT) e com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Manifestantes prometem um novo protesto na terça-feira que vem (dia 11 de junho), na Avenida Paulista. Eles gritam, no Largo da Batata: “Terça vai ser maior”. (Bruno Ribeiro)

20h15 – A manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus voltou ao Largo do Batata, onde começou a se dispersar. Segundo organizadores, não houve registro de feridos. (Mateus Coutinho)

20h10 –  132 km de lentidão na cidade de São Paulo, com tendência de baixa. Cidade alcançou 226 km de congestionamento por volta das 19h – o terceiro pior do ano.

20h05 – Manifestantes voltam ao Largo do Batata e começam a se dispersar. (Mateus Coutinho)

19h58 – Manifestação segue agora pelo lado par da Avenida Brigadeiro Faria Lima, voltando para a estação de metrô. A avenida está interditada, bem como a Rua Cardeal Arcoverde. A polícia continua usando bombas de gás lacrimejante. (Mateus Coutinho)

19h40 Marginal Pinheiros está liberada. Agora, grupo segue pela Avenida Professor Frederico Herman Júnior. Manifestantes seguem em direção à Praça Panamericana. Polícia usa bombas de gás lacrimejante para dispersar o movimento. (Mateus Coutinho)

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19h23 – A Tropa de Choque começou a usar bombas de efeito moral para conter a manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus, que interdita a Marginal Pinheiros no sentido Castelo Branco. (Mateus Coutinho)

19h20 – Manifestação segue pela Marginal Pinheiros, que está totalmente interditada no sentido Castelo Branco. Grupo está na altura da ponte Bernardo Goldfarb. (Mateus Coutinho)

19h14 – Manifestação segue agora pela Avenida Rebouças e acabou de passar pelo Shopping Eldorado. Protestantes picharam a passarela que dá acesso ao shopping, orelhões e paredes. A Avenida Rebouças está interditada em direção à Francisco Morato. (Mateus Coutinho)

19h06 – Manifestantes que fazem ato contra o aumento da passagem de ônibus seguem pela Avenida Rebouças em direção à Marginal do Pinheiros. O ato, ligado ao Movimento Passe Livre, começou no Largo da Batata.

Avenida Brigadeiro Faria Lima, zona oeste da cidade, foi fechada por volta das 18h20. Os manifestantes seguiram em uma das faixas da Faria Lima Até chegar à Avenida Rebouças.

A Polícia Militar acompanha o movimento. Na altura do nº 1.216 da Faria Lima, um grupo de dez policiais tentaram liberar uma das faixas e houve um princípio de tumulto. Após os manifestantes avançarem em direção aos policiais, a passeata seguiu.

O trânsito é carregado na região. Na Rua Cardeal Arcoverde, o congestionamento é intenso desde o início da via, na Avenida Dr. Arnaldo. (Bruno Ribeiro)

19h02 – A manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus de R$ 3 para R$ 3,20 já reúne em torno de 600 pessoas, que seguem pela Avenida Brigadeiro Faria Lima em direção à Avenida Rebouças. Os participantes saíram do Largo do Batata há cerca de 30 minutos e acabaram de passar pela estação de metrô. A avenida está parcialmente interditada e o trânsito na região apresenta lentidão.

O movimento no metrô está normal e policiais estão no local desde as 16h, mas por enquanto não houve confrontos. (Mateus Coutinho)

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