Plano de mobilidade de Alckmin tem mais Metrô na periferia e melhorias na CPTM

Felipe Tau

25 de junho de 2013 | 12h01

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) concedeu uma entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes no início da tarde desta terça-feira, 25. Na segunda-feira, 24, o tucano anunciou a suspensão da alta do pedágio de rodovias estaduais. O reajuste acima de 6% estava previsto para a próxima semana. A renúncia do aumento representa pouco mais de R$ 400 milhões de receita.

O secretário municipal dos Transportes de São Paulo, Jilmar Tatto, diz que a proposta de estatizar ônibus não está descartada, embora prefira modelo atual.

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12h01 – A taxa de homicídios dolosos no Estado de São Paulo em maio deste ano atingiu o menor índice dos últimos 12 anos, anunciou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes. Foram registrados 328 casos em maio de 2013, levando a uma média de 9,3 assassinatos por 100 mil habitantes.

Em maio do ano passado, foram 363 homicídios, segundo Alckmin. A Secretaria Estadual de Segurança Pública deve apresentar os dados completos sobre a criminalidade em São Paulo na tarde desta terça-feira, 25.

O governador anunciou, ainda, que pretende apresentar três projetos de mobilidade do Estado de São Paulo para o governo Federal, como parte do Pacto Nacional de Mobilidade: a extensão da Linha 5 do Metrô de Capão Redondo a Jardim Ângela, a reforma de 30 estações da CPTM e um corredor de ônibus na região de Campinas.

O “pacote de bondades” anunciado nesta terça-feira por Alckmin ainda prevê o aumento do valor do auxílio-moradia na Região Metropolitana para R$ 400. A demanda foi um pedido formulado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, recebido pelo governador nesta manhã.

Por fim, o governador confirmou a redução das tarifas dos ônibus intermunicipais da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), que havia sido revelada ontem. O reajuste varia de acordo com as linhas. Em média, a queda foi de R$ 0,15. (Por Tiago Dantas)

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