Governo de Pequim pede ao papa "posição prática e flexível"

Viviane Bittencourt

14 de março de 2013 | 10h40

CLÁUDIA TREVISAN / CORRESPONDENTE – PEQUIM –  O governo de Pequim parabenizou hoje o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio por sua nomeação como papa e disse esperar que o novo pontífice adote uma posição “prática e flexível”, que leve à melhoria no relacionamento entre o país mais populoso do mundo e o Vaticano.

Veja aqui a cobertura da eleição do novo papa.

Mas a China impões duas condições para que isso ocorra: o rompimento das relações entre Roma e Taiwan e a não interferência em assuntos internos do país, nem mesmo sob o “pretexto da religião”.

A China e o Vaticano não têm relações diplomáticas e Pequim não reconhece a autoridade do papa para ordenar padres e bispos dentro do seu território. Esse, inclusive, é um dos desafios do novo papa.