Júpiter, a cientista maluca

Thais Caramico

17 de maio de 2010 | 10h33

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Júpiter, desde quando você é uma cientista maluca?
Eu comecei em julho de 2008. Antes eu era atriz.
Além da maluquice, o que é preciso ter para fazer um trabalho como o seu?
Gostar muito de trabalhar com crianças. Também tem de estudar muito, ler bastante, aprender como as coisas acontecem e pesquisar sobre tudo.
Alguma experiência já deu errado?
Nossa, sim! Uma vez estávamos no teatro para apresentar a peça Watchatchá, Uma Viagem Pela Ciência. Uma das experiências era sobre meio ambiente. E a gente usava acetona para mostrar como ela dissolve o isopor. Mas a acetona foi trocada por outro líquido e nada acontecia quando a gente mergulhava a bolinha dentro dela. No fim, foi até engraçado explicar os bastidores.
E o que mais pode dar errado?
Às vezes também pode acontecer de calcularmos uma quantidade errada de algum componente e a experiência sair estranha, ser mais ou menos barulhenta, ter mais ou menos reação…
Vocês fazem experiências o tempo todo?
Muitas e sempre. Além de ter os manuais que vêm do Canadá, estamos sempre prestando atenção no que pode ser legal de fazer por aqui.
E Júpiter, por que você tem este nome?
Bem, todo mundo lá na Mad Science tem um nome diferente. O meu nome completo é Jessi Júpiter. E tudo começou porque eu venho de um planeta gasoso. Quando nasci, eu ficava flutuando de um lado para o outro. Eu era muito sapeca e não parava quieta. Foi assim que peguei carona na cauda de um cometa e cai na Mad Science.
E o que aconteceu?
Eu dei de cara com dois cientistas, o Rick Radioativo e a Marta Meteoro. Eles me acolheram, viram que eu tinha cara de maluca e me deixaram ficar lá. Comecei a besbilhotar tudo até que fui aprendendo a fazer experimentos também.

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