Mudei de país. E agora?

Estadão

12 de novembro de 2012 | 16h19

brog.jpg

Os amigos Kevin Xu, Gustavo Chang, Cristina Dong Yang e Felipe Xu moraram no Japão.  (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)

(Por Natália Mazzoni)

Você já viu a nossa matéria de capa da semana? (se não leu ainda, pode clicar aqui). O Estadinho falou sobre mudar de país, conhecer novas culturas, aprender outra língua e fazer amigos. A coordenadora pedagógica do Colégio Santo Américo, Elaine Conceição Marquezini, fala mais um pouco sobre o assunto e dá mais dicas. Olhe só.

Estadinho: Quais dicas você tem para uma criança que acaba de chegar em outro país?
Elaine: Seria interessante que a criança pudesse, logo de imediato, se identificar a algo ou alguém, isso auxilia nesse período. Exemplo: Se a criança vem de um país de língua inglesa, conhecer uma professora que fale bem inglês no momento da acolhida e nos primeiros dias seria de grande importância.

Quais são os maiores desafios na hora de ir para a escola?
A língua é sem dúvida o grande problema. Existe uma dificuldade real para a criança que é se inserir em um grupo já estabelecido. A criança estrangeira pode despertar interesse e curiosidade, mas também ameaça. A equipe da escola (professores, coordenação, assistentes) são importantes neste momento, assim como a família.

Qual a melhor forma de fazer amigos na escola?
Primeiramente o aluno deve estar seguro quanto a essa mudança. Qualquer resistência nesse momento é prejudicial.

Tem dicas de como aprender a nova língua?
Essa não é uma situação fácil, mas também não é tão complicada como seria para um adulto. A conversa com os outros alunos, a tentativa de fazer as tarefas, o contato com músicas, contação de histórias, filmes, uso de tradutor e dicionário eletrônico pode ajudar nesse processo.

 

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.