Dia a Dia – Curtas II

Guias Oesp

28 Abril 2011 | 10h25

Máquinas – Subsídio é prorrogado pela quarta vez

Máquinas SubsídiosO governo prorrogou pela quarta vez o Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), lançado em julho de 2009, como uma das soluções para combater os efeitos da crise mundial. O anúncio foi feito pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, que garantiu que o PSI se tornará uma política definitiva do governo. O PSI inclui o financiamento para máquinas e equipamentos, crédito para compra de caminhões, tratores, ônibus e máquinas agrícolas, além de projetos no setor de energia, a juros fixos de 5,5% ao ano, financiamento com prazo de até 10 anos de carência de dois anos para o início do pagamento. Oss recursos vêm do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que opera 11 linhas de financiamento. O programa, que vence em 31 de março, tem hoje R$ 134 bilhões disponíveis para empréstimos.

Censo – MDIC cria banco de dados para oferta de engenheiros

Para mapear a falta de mão-de-obra em setores de tecnologia estratégicos para o País, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai realizar um censo nacional para medir a oferta de profissionais de engenharia. O processo começa em junho deste ano, em parceria com o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e com os conselhos regionais. A intenção é criar um banco de informações que permitirá às empresas saber onde buscar engenheiros para as grandes obras de infraestrutura e do pré-sal previstas nos próximos anos.

Obras Paralisadas – São Paulo congela R$ 3,6 bi em obras

Obras ParalisadasDepois de adiar os planos do Metrô, o governo do Estado colocou obras viárias importantes na “geladeira”. Estão congeladas a conclusão da Avenida Jacu-Pêssego, a ponte entre Santos e Guarujá e a duplicação da Rodovia dos Tamoios. A justificativa é a reavaliação de contratos e prioridades. Com custo estimado em R$ 3,6 bilhões, as promessas são repetidas há décadas. A mais cara delas é a duplicação da Rodovia dos Tamoios, prometida desde os anos 1990. O início das obras chegou a ser anunciado para o segundo semestre de 2009, com custo estimado em R$ 2,7 bilhões, o que não ocorreu.

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Revista Construção – Edição 116 – Guias OESP

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