Materiais de Construção – Crescimento programado

Guias Oesp

18 de fevereiro de 2011 | 09h17

Cerca de 76% das indústrias de material de construção pretendem investir nos próximos 12 meses

Crescimento ProgramadoO PIB da construção civil deve crescer 6,1% este ano e a evolução dependerá de fatores como continuidade da Minha Casa Minha Vida, novos investimentos, inovações tecnológicas e solução para escassez de mão de obra.

O Produto Interno Bruto (PIB) da construção deve crescer até 11% em 2010 e 6,1% em 2011, conforme estimativas divulgadas no início de dezembro pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). Em encontro com a imprensa para comentar os resultados do ano e perspectivas para o setor em 2011, a entidade chamou a atenção para a retomada do crescimento, que superou as expectativas do início do ano. Ao listar os próximos desafios para se chegar ao crescimento sustentado, os economistas do sindicato avaliam que manter taxas de dois dígitos vai exigir um esforço consideravelmente maior.

De acordo com a entidade, entre os empresários a perspectiva é de que o crédito continuará em expansão e os lançamentos serão voltados para os segmentos de média e baixa renda. Os executivos, porém, têm se mostrado pessimistas com relação à evolução dos custos setoriais, ao considerar que o fator mão de obra deve ser um dos grandes problemas de 2011.

No ano passado, a inflação na construção civil medido pelo INCC-M já acumulava alta de 6,95% até novembro, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Esse indicador estava em 3,01% um ano antes, mas chegou a atingir 11,75% em 2008. Entre os principais desafios para a indústria da construção, na avaliação da entidade, estão a continuidade do programa habitacional do governo, o desenvolvimento de novas fontes de financiamento, a busca por inovações tecnológicas, custos dos terrenos e escassez de mão de obra. O SindusCon-SP reconhece que a expansão do crédito na área habitacional e de infraestrutura e os recursos do Minha Casa, Minha Vida garantiram forte crescimento em 2010, apresentando reflexos em toda a cadeia produtiva. Resultado direto desse cenário, o País deve fechar 2010 com a geração de 350 mil novos empregos com carteira assinada.

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