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Caneta bomba

Cley Scholz

21 de dezembro de 2010 | 17h50

bomba

“Novidade. Como a bomba atômica. Birome esferográfica é um utensílio que o Sr. tem de possuir”.
O publicitário certamente tentava dizer que a novidade era tão surpreendente como a bomba que acabava de por fim à Segunda Gjuerra, mas passou a impressão de que cada homem deveria ter a sua própria bomba (só os homens?).
De qualquer forma, hoje o anúncio seria considerado muito incorreta.
O texto exalta os poderes da bomba para destacar as qualidades revolucionárias da caneta do tipo esferográfica em relação às canetas tinteiro: “Escreve com tinta que seca imediatamente e por meses a fio sem necessidade de reencher. Dá cópias claras em carbono, não borra e nem suja os dedos. Não tem pena com ponta para entortar e é especial para assinar sobre entampilhas. Pode-se voar com a Birome no bolso a qualquer altitude sem o perigo de sujar a roupa”.
Publicado dia 7 de maio de 1946.
Veja outros anúncios que hoje seriam muito incorretos AQUI.

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