Chegou o gravador K7
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Chegou o gravador K7

O anúncio explicava como uma caixinha contendo uma fita magnética podia servir para guardar duas vezes 30 minutos de música para ouvir em qualquer lugar, mesmo longe da rede elétrica

Cley Scholz

04 de outubro de 2014 | 18h48

Gravador Phillips em 1967

Gravador Phillips em 1967

“Introduzindo uma nova concepção em aparelhos para gravar e reproduzir sons, o gravador Phillips Mini-K7 reúne na forma mais prática, a facilidade de ouvir e de gravar as melhores músicas, em qualquer hora e em qualquer lugar, e com a mais absoluta fidelidade de som. Não é simplesmente um novo modelo de toca-discos. Ou um gravador em miniatura. É uma nova concepção de gravação e reprodução da música. Conseguimos acondicionar uma fita magnética em uma ‘caixinha’. Disso resultou um carregador automático de gravação que pode conter duas vezes 30 minutos de música. E é do tamanho de um maço de cigarros. Resultou, também que o Gravador Phillips Mini-K7 tem o tamanho de uma caixa de charutos. Você poderá levar suas músicas em qualquer lugar – independente da rede elétrica. Até usá-lo no automóvel – para isso existe um adaptador”.

5 de novembro de 1967. Confira a edição no Acervo Estadão.

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Reclames do Estadão: A história do anúncio impresso 

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