Um ano sem McQueen

Estadão

11 de fevereiro de 2011 | 18h07

Há exatamente um ano, o estilista britânico Alexander McQueen deixou o mundo chocado após cometer suicídio em seu apartamento em Londres. Sua substituta e ex-assistente, Sarah Burton assumiu a direção criativa da marca e vem recebendo elogios por seu trabalho.

A estilista se manteve fiel ao estilo de McQueen, com pequenas mudanças consideradas positivas pelos críticos de moda. O resultado é o aumento das vendas.

Alexander McQueen nasceu em Londres em 17 março 1969. Ele deixou a escola aos 16 anos de idade para fazer um estágio com os alfaiates Savile Row Anderson e Shephard e depois com Gieves e Hawkes, ambos mestres na técnica de construção da roupa. De lá, ele trabalhou com o figurinista teatral Angels and Bermans, o qual domina seis métodos de padrão de corte com estilo melodramático e alfaiataria nítida, o que se tornou a assinatura de McQueen.

Com 20 anos ele foi contratado pelo designer Koji Tatsuno, que também tinha suas raízes na alfaiataria britânica. Um ano depois McQueen foi para Milão, onde trabalhou com Romeo Gigli como assistente de design. Em seu retorno a Londres, ele completou um mestrado em Design de Moda na famosa Central Saint Martins. Sua coleção de conclusão do curso, em 1992, encantou a editora de moda da Revista Tatler, Isabela Blow, que comprou sua coleção inteira.

Em menos de 10 anos McQueen tornou um dos estilistas mais respeitados do mundo. Trabalhou para Givenchy e quando morreu estava na direção da marca que leva seu próprio nome.

Alexander McQueen ao final do seu desfile em Paris em 2009 (Foto: Valerio Mezzanotti/The New York Times)

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