Conselho da Eletrobras elege Wilson Ferreira Júnior como novo presidente

Foto: Marcos Arcoverde/Estadão

Ele deve tomar posse até 20 de setembro; Rodrigo Limp Nascimento, eleito como diretor de Regulação e Relações Institucionais, seguirá no cargo de presidente interino

Por Amélia Alves
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A Eletrobras informou nesta sexta-feira, 5, que o conselho de administração elegeu Wilson Ferreira Júnior como novo presidente da companhia, autorizando que a posse ocorra até 20 de setembro de 2022. A informação havia sido antecipada pelo Estadão.

Rodrigo Limp Nascimento, eleito como diretor de Regulação e Relações Institucionais, seguirá no cargo de presidente interino até a posse de Ferreira Jr.

Wilson Ferreira Júnior deve tomar posse até 20 de setembro; Rodrigo Limp Nascimento, eleito como diretor de Regulação e Relações Institucionais, seguirá no cargo de presidente interino
Wilson Ferreira Júnior deve tomar posse até 20 de setembro; Rodrigo Limp Nascimento, eleito como diretor de Regulação e Relações Institucionais, seguirá no cargo de presidente interino Foto: Fabio Motta/Estadão

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A volta de Ferreira Jr. à empresa que comandou ainda como estatal entre 2016 e 2021 é aguardada com otimismo pelo mercado. Ele é encarado como a cabeça por trás da reestruturação da elétrica e sua preparação para a privatização, pautada em aumento de eficiência, enxugamento e redução de alavancagem.

Ferreira Jr. deixou a presidência da Vibra em meados de julho, e seu retorno vinha sendo costurado pelos principais fundos que investiram na companhia desde antes da oferta de ações que marcou a privatização da empresa. Os fundos, aliás, teriam feito a ponte para garantir a volta do executivo ao cargo.

Isso é visto como um desfecho da transição da companhia para uma “corporation”, após a confirmação de um conselho com nomes alinhados à lógica de mercado e especificamente à visão de Ferreira Jr. sobre a empresa.

A Eletrobras foi privatizada em uma oferta de ações que somou R$ 33,7 bilhões. A participação da União foi diluída e cai para abaixo de 35%, o que significou a perda do controle da empresa.

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