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Felipe Neto: ‘2022 foi o pior ano da minha vida profissional, mas foi quando mais ganhei dinheiro’

Influenciador avaliou desempenho e analisou o motivo pelo qual teve mais dificuldades neste ano; ele disse, no entanto, que foi o melhor período de sua vida pessoal

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Foto do author Gabriela Piva
Atualização:

Felipe Neto avaliou, na madrugada deste sábado, 24, o desempenho profissional e pessoal durante o ano de 2022. Apesar de ser um dos piores de sua carreira, ele afirmou que ganhou mais dinheiro do que em outros períodos.

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“É bizarro que esse foi o pior ano da minha vida profissional em muito tempo, mas foi o que mais ganhei dinheiro até hoje. De longe. Uma gangorra. Vamos ver 2023…”, disse no Twitter.

Segundo ele, a maioria de seus problemas profissionais aconteceram devido às mudanças de algorítimo do YouTube, plataforma na qual alimenta seu canal. O consumo do público e preferência por vídeos mais curtos, como os do TikTok, também influenciaram o resultado.

Contudo, Felipe Neto disse que foi o melhor ano de sua vida pessoal e de saúde mental “desde quando nasceu”.

Recentemente, ele até revelou que uma de suas conquistas foi parar de fumar há seis anos. Na tarde deste sábado, o empresário abriu uma thread (fio) no Twitter para explicar como largou a droga.

“Eu fumava, em média, uns 30 cigarros por dia. Não é avassalador (tem gente que fuma 3 maços), mas tá longe de ser pouco (tem gente que consegue fumar 10 a 15). E o que me ajudou a querer parar foi principalmente o quando o cigarro começou a ser julgado como algo nojento”, iniciou ele.

Felipe percebeu feder a cigarro. Como ele se considera “neurótico” com cheiro, isso fez com que ele parasse de fumar.

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“Não foi o medo de morrer que me fez querer parar de fumar. Foi o fato de que eu fedia. Passei a ser socialmente segregado, pessoas começaram a ter nojo e eu me sentia incomodando os outros.”

Outros motivos, como a dificuldade para manter o fôlego durante atividades físicas, também o levaram a largar o vício.

Em seguida, ele criticou o uso de cigarros eletrônicos. Confira:

Cigarro eletrônico faz mal à saúde?

Não há estudos que comprovem todos os malefícios dos cigarros eletrônicos. Ainda assim, pesquisas apontam que os dispositivos podem fazer mal à saúde, mesmo no caso das opções sem nicotina e mesmo que possam ser menos nocivos que os convencionais, já que não produzem alcatrão ou monóxido de carbono, que causam doenças pulmonares e câncer.

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Conforme o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), o vapor emitido pelos aparelhos pode causar ou aumentar as chances de infecções pulmonares (como enfisema pulmonar). O Inca reforça que os dispositivos não são seguros, podendo também causar dermatite, doenças cardiovasculares e até mesmo câncer.

Além disso, o Instituto alerta para o risco de experimentação do cigarro convencional, que pode ser três vezes maior para pessoas que usam cigarro eletrônico. Sendo quatro vezes maior o risco de que a pessoa se torne usuária do cigarro convencional, o que acarretaria outros prejuízos à saúde, já conhecidos e relacionados à prática.

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