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Oliveira x Lusa: decisão sai no dia 11

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Por Agencia Estado
Atualização:

Os advogados de Ricardo Oliveira estão comemorando a vitória que ainda não conseguiram na Justiça. Mas que deve acontecer no dia 11 de março, data marcada para o resultado da sentença. Hoje houve audiência do caso entre o atacante e a Portuguesa - luta para reaver os direitos federativos do jogador - na 15.º Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo. Na audiência, a Portuguesa apresentaria os comprovantes de pagamentos do jogador - aconteceram no dia 9 de janeiro - e tentaria usar testemunhas para relatar o caso. Entretanto, a juíza Maria Fernanda de Queiroz da Silveira, indeferiu a tentativa, alegando que o clube não deixou claro para que serviriam estas testemunhas. As provas estariam nos documentos, nos quais ela já se sente munida suficiente para tomar uma decisão. "Não há mais audiências e dificilmente eles vão conseguir algo", comentou Jorge Miguel, advogado da equipe de Gislaine Nunes. De acordo com Jorge, os advogados da própria Portuguesa é quem a condenaram. Explica-se. Como forma de provar que a Lusa não deve nada ao jogador, apresentaram os comprovantes de pagamento. Assim, assumiram que estavam devendo. Levasse em consideração, ainda, que pagaram após os advogados darem entrada com a ação na Justiça. "A juíza estava em dúvida quanto ao débito, mas a Lusa foi lá e comprovou que devia." Há, ainda, um artigo da Lei que diz o seguinte: "o pagamento depois da propositura da ação não afasta a mora", o que significa que mesmo pagando, a Lusa perde a causa. Agora, a luta deve ser outra. Os advogados vão pedir a correção nos valores pagos, alegando que o que foi pago, correspondia à época. Sem pressa - Os advogados acreditam que outra vitória na Justiça contra a Lusa é questão de tempo. Referem-se ao atacante Rafinha. Em 1.ª e 2.ª instância, os juízes pediram tempo para ouvir os argumentos do clube. "Só adiam a decisão por mais alguns dias", disse Jorge. Na verdade, a Lusa conseguiu uma vitória na segunda-feira, quando a juíza Olivia Pedro Rodrigues, da 20.º Vara do Trabalho negou a concessão do jogador. Gislaine Nunes, então, entrou com mandado de segurança. A Lusa já havia perdido na Justiça os atletas Marcus Vinícius, Bosco, Rafael Monteiro e Iotte.

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