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Decisão de voltar não foi racional, diz Michael Schumacher

Heptacampeão da F-1, que se aposentou em 2006, tentou substituir Felipe Massa depois do acidente na Hungria

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Por Nick Mulvenney
Atualização:

PEQUIM - O heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael Schumacher, disse nesta terça-feira que sua decisão de tentar voltar à categoria este ano no lugar do lesionado Felipe Massa foi "emocional e não racional".

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Massa sofreu uma grave lesão na cabeça durante o treino classificatório para o GP da Hungria, em julho, e perdeu o restante da temporada, deixando em aberto sua vaga na equipe Ferrari.

Schumacher, que se aposentou no fim de 2006, acabou sem poder ocupar a vaga do brasileiro devido à uma lesão no pescoço sofrida durante acidente de moto no começo do ano.

"Não foi uma decisão racional, foi uma decisão emocional, que, naquele momento, eu pensei: 'por que não, é só por um tempo, pode ser divertido", disse o piloto alemão de 40 anos em entrevista no estádio Ninho de Pássaro, onde participará da Corrida dos Campeões.

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Schumacher disse que considerou os prós e contras de voltar ao esporte após uma conversa com o chefe da Ferrari, Luca di Montezemolo.

"Na reunião com ele [Luca di Montezemolo], eu olhei todos os pontos, em particular que era o Felipe, que é como um irmão para mim. Parte do motivo pelo qual me aposentei foi para dar o carro ele porque ele merecia ficar na equipe com um carro de ponto", disse o alemão.

"Então, levando em conta que era ele, sofrendo por causa do acidente, foi muito fácil me convencer, então finalmente eu disse: 'sim, vou tentar'."

Apesar de não ter concretizado seu retorno, Schumacher ainda é alvo de rumores persistentes sobre uma eventual volta caso Massa não esteja recuperado da lesão até o início da próxima temporada. Perguntado se ele ainda considera voltar à Fórmula 1, ele disse: "Agora não".

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