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Bélgica decola na Copa e no ranking do Estado, enquanto Argentina despenca

Ao fim da segunda rodada da primeira fase, time belga confirma favoritismo e se consolida entre os times mais temidos do torneio. Líderes se recuperam e argentinos caem

Texto e dados: Rodrigo Menegat / Infografia: Bruno Ponceano

25 Junho 2018 | 22h21

 
  

Gráficos mostram a posição de cada um dos países antes e depois de suas partidas na 2ª rodada. Ganhou pontos quem venceu ou arrancou um empate de um adversário mais bem colocado no ranking

 A Bélgica é um dos times que têm mostrado futebol vistoso na Copa, com um jogo ofensivo e muitos gols. Por enquanto, a plasticidade da equipe dá resultado: foram duas vitórias largas nas primeiras rodadas e, consequentemente, uma arrancada no ranking de seleções do Estado

 Inglaterra e Croácia foram outros times que, com resultados convincentes, começaram a se posicionar entre os times mais fortes da competição. 

 Se você não sabe do que estamos falando, antes do início da Copa do Mundo, o jornal desenvolveu um método estatístico para descobrir quais foram as melhores seleções de cada época. 

 Durante o mundial, estamos usando esses critérios para acompanhar o desempenho de cada time na Rússia. Mais detalhes sobre como o trabalho foi feito estão no pé da página ↓ 

Agora, de volta aos jogos…



  

Quem sobe?

Com larga vantagem nas vitórias, a Inglaterra e, principalmente, a Bélgica subiram bastante no ranking. Os adversários estavam entre os mais fracos do torneio, mas a diferença no número de gols também conta pontos.


 

  

Quem desce?

Já demos uma olhada em que se deu bem. A partir daqui, vamos ver quem se deu mal.

A ascensão dos croatas significou a derrocada dos argentinos, já que sempre que um time vence e sobe no ranking, o derrotado cai na mesma intensidade. Além dos albicelestes, Polônia e Egito também tiveram quedas expressivas.


 

Quem se recupera?

Se a primeira rodada não foi muito boa para os líderes, Alemanha e Brasil, a segunda marcou uma recuperação tímida.


 

Como foi feito?

análise do Estadão adaptou um método desenvolvido pelo físico húngaro Arpad Elo. De acordo com a pontuação dos times no momento do jogo, uma fórmula matemática é usada para determinar a probabilidade de cada equipe vencer a partida.

Quando um time vence um jogo em que o triunfo era improvável, ele ganha mais pontos. Se vence um jogo onde era franco favorito, ganha menos. O derrotado sempre perde a mesma quantidade de pontos que o vencedor ganhou. Em caso de empate, o time favorito perde pontos e o azarão ganha.

A principal diferença entre o modelo desenvolvido pelo jornal e o método tradicional é que foram atribuídos multiplicadores de acordo com a importância dos jogos. Assim, um jogo de Copa vale seis vezes mais que um amistoso, por exemplo. Além disso, ele leva em conta a quantidade de gols: golear dá mais pontos que ganhar por um a zero.

A pontuação de cada time muda a cada jogo disputado. Ao final de cada ano, os times perdem 10% de seus pontos. Assim, a análise enfatiza o desempenho do time em anos recentes.

Para a análise, foram considerados jogos disputados por seleções principais em torneios organizados pela FIFA ou por confederações continentais, além de amistosos.

Também foram computadas partidas disputadas nos Jogos Olímpicos de 1908 a 1928, que tinham reputação de campeonato mundial antes da criação da Copa do Mundo. Depois, quando as Olimpíadas passaram a reunir jogadores amadores ou de categorias de base, o torneio foi desconsiderado.

Expediente

Diretor de Arte: Fabio SalesEditor de Esportes: Robson MorelliEditora de infografia: Regina ElisabethEditor assistente de infografia: Vinicius Sueiro

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