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Autoridades da Flórida investigam anúncio de venda de bebê na internet

Segundo o texto, bebê de duas semanas estava à venda por US$ 500 com irmã de quatro anos sendo entregue 'grátis'; post foi retirado do site Craigslist

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Por Redação
Atualização:

MIAMI, EUA - As autoridades do estado americano da Flórida investigam um anúncio publicado em um site de compra e venda de artigos, o Craigslist, onde um dos usuários colocou à venda um bebê recém-nascido, de duas semanas, por US$ 500, informou a imprensa local nesta terça-feira, 26.

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"O bebê tem duas semanas, dorme e não faz barulho a noite. Daremos junto leite de fórmula e roupas", dizia o anúncio. Além do bebê, o anúncio oferecia "grátis" a "irmã de quatro anos" do recém-nascido. 

"Vivo em um bairro tranquilo e influente. Trabalho para o Departamento de Crianças e Famílias. Não quero ser julgada por não querer estas crianças", continuava o anúncio, que foi retirado do site. 

Reprodução do anúncio da venda do bebê recém-nascido no site Craigslist Foto: Reprodução

Os agentes interrogaram uma mulher suspeita de ser a autora do anúncio e analizam registros digitais para poder descobrir a identidade do responsável, relatou o jornal Miami Herald

As autoridades ainda não sabem se o anúncio se trata de um engano ou se alguém estava realmente tentando vender o bebê na plataforma conhecida por publicações que vão de ofertas de trabalho a produtos usados. 

De acordo com a porta-voz da Polícia Estadual da Flórida (FDLE), Gretl Plessinger, ao Miami Herald, o caso é investigado desde a última sexta-feira, 22, quando a polícia foi informada sobre a publicação. 

Apesar desse tipo de caso não ser frequente, já existem outras ocorrências similares nos EUA. 

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Em 2017, um casal do estado de Tennessee foi detido ao tentar vender seu filho de 5 meses por US$ 3 mil, no mesmo site de anúncios. 

O Craigslist foi foco de polêmica em outras ocasiões por permitir publicações sem nenhum controle, como avisos de venda de drogas. 

Também em 2017, a adolescente do Colorado Natalie Bollinger, de 19 anos, anunciou no site que queria colocar um fim à sua vida, e meses depois foi assassinada por Joseph Michael López, pago para matá-la com uma arma fornecida pela própria vítima. / EFE

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