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Ativistas gays lançam campanha contra empresas de armas nos EUA

Centenas de ativistas americanos lançaram nesta semana uma campanha de desobediência civil e ação direta contra empresas que vendem armas de fogo. A iniciativa faz parte de protestos contra o massacre na boate gay Pulse, em Orlando, no mês passado, que deixou 49 mortos.

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Por Redação Internacional
Atualização:

"Não vamos mais ficar parados e assistir à indústria das armas lucrando com a morte", disse ao Guardian Ken Kidd, que lidera o Gays Against Guns (GAG)- grupo de ativistas pelo direito dos LGBT que organiza o protesto.

O artista plástico Chad Michael Morissette, de 36 anos, criou a dramática instalação no telhado de sua casa e a chamou de "No One Is Safe" ("Ninguém está a salvo"), para lembrar o ataque à casa noturna, em que um atirador matou 49 pessoas e feriu outras 53 Foto: EFE/Felipe Chacón

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O coletivo, que tem mais de 300 membros em Nova York e outras nove cidades americanas, diz estar preparado para ir paa a cadeia para lutar contra essas empresas e a Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês). "Nosso alvo não são apenas os políticos, como também os produtores de armas",afirmou Kidd.

Na mira do GAG, estão grandes fabricantes como Smith & Wesson & Sturm e Ruger. "São empresas cujo CEOs se orgulham de ter consciência social, mas lucram com esses massacres", acrescentou. "Nosso alvo são essas empresas alinhadas com a NRA."

Agentes do FBI examinam estacionamento da casa noturna Pulse em busca de indícios Foto: REUTERS/Adrees Latif
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