500 abrigos de ônibus oferecem risco a pedestres em SP

Quinhentos abrigos de ônibus espalhados pela capital paulista estão com a estrutura tão comprometida que podem ceder, oferecendo risco aos pedestres que esperam a condução. A informação é da PRASP, o consórcio que venceu a licitação para a troca de pontos de ônibus de São Paulo.

CLARICE CUDISCHEVITCH, Agência Estado

05 de abril de 2013 | 18h38

Segundo a presidente da concessionária, Violeta Noya, a maioria dos 6.500 abrigos e 12.500 totens existentes na cidade estão bastante degradados porque uma manutenção adequada não é feita desde 2007, quando entrou em vigor a Lei Cidade Limpa. Até o ano passado, a responsabilidade era da SPTrans, que declarou que a manutenção sempre foi feita.

A PRASP informou que a prioridade de troca são os pontos de ônibus localizados no centro expandido - que não é, necessariamente, a região onde estão os abrigos mais danificados. "Já retiramos cem abrigos porque representavam um risco grande ao cidadão", diz Violeta. Até o fim do primeiro semestre, todas as regiões já terão abrigos dos novos modelos.

Substituição. O trabalho de substituição começou no dia 17 de fevereiro e já foram instalados 97 abrigos, que estão em fase pré-operacional, nas zonas oeste e sul. "A obrigação era instalarmos 60 abrigos até 14 de abril", destaca Violeta. A concessionária tem um prazo de até três anos para substituir todos os pontos de ônibus e, depois de 2015, vai instalar 1 mil novos abrigos e 2.300 totens. "Quando todos os pontos estiverem novos, a manutenção será feita todo dia", afirma Violeta. "Não deixaremos nenhum deles no estágio degradado em que se encontram hoje."

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